- Christopher Berry, acusado sob a Official Secrets Act, teve as acusações retiradas em quinze de setembro de dois mil e vinte e cinco; ele e o ex-pesquisador parlamentar Christopher Cash eram investigados por supostamente escrever mais de trinta relatórios para um contato chinês entre dois mil e vinte e um e dois mil e vinte e três; a Crown Prosecution Service (CPS) acreditava que os documentos eram encomendados por um agente de inteligência da China; Berry recebeu cerca de £20 mil.
- Mensagens reveladas indicam que Berry sabia que parte de seus contatos era de origem não comercial; houve reunião secreta em julho de dois mil e vinte e dois, após a qual Berry precisou pesquisar quem era a pessoa.
- A defesa, liderada por Kerry Brown, diretor do Lau China Institute, argumentou que não havia informações confidenciais nos relatórios, apenas dados econômicos e conjecturas políticas.
- As mensagens mostram que Berry e Cash discutiam o envio de desinformação para influenciar a política chinesa; Berry mencionou a tarefa de elaborar uma lista de think tanks britânicos que moldavam a política do Reino Unido em relação à China e brincou sobre “trollar” os chineses para ver as reações.
- A CPS alegou que Berry teve contato com Cai Qi, atividade contestada por especialistas que duvidam que um alto funcionário do Partido Comunista Chinês se encontraria com alguém como Berry; o caso gerou polêmica após a retirada das acusações, deixando questões sem resposta sobre a natureza das interações.
Christopher Berry, acusado sob a Official Secrets Act, teve as acusações retiradas em 15 de setembro de 2025. Ele e o ex-pesquisador parlamentar Christopher Cash foram investigados por supostamente escrever mais de 30 relatórios para um contato chinês entre 2021 e 2023. A Crown Prosecution Service (CPS) acreditava que os documentos eram encomendados por um agente de inteligência da China. Berry recebeu cerca de £20 mil por seus serviços.
Mensagens reveladas indicam que Berry tinha consciência de que alguns de seus contatos eram de natureza não comercial. Uma reunião secreta em julho de 2022 levou Berry a investigar a identidade de um contato, o que levanta questões sobre a natureza de suas interações. Sua defesa, liderada por Kerry Brown, diretor do Lau China Institute, argumentou que não havia informações confidenciais nos relatórios, apenas dados econômicos e conjecturas políticas.
Detalhes do Caso
As mensagens também mostram que Berry e Cash discutiam o envio de desinformação para influenciar a política chinesa. Berry mencionou ter sido solicitado a elaborar uma lista de think tanks britânicos que moldavam a política do Reino Unido em relação à China. Além disso, ele brincou sobre a possibilidade de “trollar” os chineses para ver como reagiriam.
A CPS alegou que Berry teve contato com Cai Qi, um membro de alto escalão do Partido Comunista Chinês, mas especialistas duvidam que um funcionário de sua posição se encontraria com alguém como Berry. O caso gerou controvérsias significativas, especialmente após a retirada das acusações, deixando muitas questões sem resposta sobre a verdadeira natureza das interações de Berry.
Entre na conversa da comunidade