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Tarifa-Moraes permanece em vigor, apesar de narrativas

Eduardo Bolsonaro critica a reunião entre Lula e Trump; afirma que tarifas não saíram, cita Lei Magnitsky e vistos cancelados, pede anistia já

Eduardo Bolsonaro critica falta de resultados concretos após reunião de Lula com Trump. (Foto: André Borges/EFE)
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  • Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PL-SP, publicou no X nesta segunda-feira, 27 de outubro, que não houve tarifas efetivas nem avanços significativos após o encontro entre Lula e Trump.
  • Ele citou vistos cancelados de autoridades brasileiras e sanções da Lei Magnitsky, afirmando que as medidas são consequência do comportamento autoritário das instituições; chamou a alíquota de “Tarifa-Moraes” e disse que nunca pediu tarifas contra o Brasil.
  • O deputado criticou a atuação da Advocacia-Geral da União, dizendo que o governo usa recursos públicos para contratar escritórios americanos e promover uma narrativa de vitória enganosa; finalizou pedindo “anistia já”.
  • O governo tenta reverter as tarifas de 50% impostas por Trump; o encontro gerou reações mistas, com setores da esquerda elogiando, e a direita, alinhada a Eduardo, afirmando que não houve progressos reais.
  • Eduardo Bolsonaro enfrenta processo no Supremo Tribunal Federal por coação no curso do processo, relacionado a tentativas de influenciar decisões judiciais em favor dele e de aliados.

Eduardo Bolsonaro, deputado federal pelo PL-SP, criticou a falta de resultados concretos após a reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em uma postagem no X, publicada nesta segunda-feira, 27 de outubro, ele afirmou que não houve tarifas efetivas ou avanços significativos, apesar do encontro.

O parlamentar também mencionou os vistos cancelados de autoridades brasileiras e as sanções impostas pela Lei Magnitsky, que permanecem em vigor. Segundo Eduardo, essas medidas são consequência do comportamento autoritário das instituições brasileiras, e ele se referiu à alíquota como “Tarifa-Moraes”. Ele destacou que nunca pediu tarifas contra o Brasil, mas as atribui à atual situação política.

Críticas à AGU e Mídia

Eduardo Bolsonaro criticou a atuação da Advocacia-Geral da União (AGU), afirmando que o governo está utilizando recursos públicos para contratar escritórios americanos e promover uma narrativa de vitória que, segundo ele, é enganosa. O deputado concluiu seu post pedindo “anistia já”, sugerindo que não há motivos para comemorar após o encontro entre Lula e Trump.

Enquanto isso, o governo brasileiro tenta reverter as tarifas de 50% aplicadas por Trump, que geraram reações mistas. O encontro foi elogiado por setores da esquerda, mas a direita, seguindo a linha de Eduardo Bolsonaro, defende que não houve progressos reais. O deputado ainda enfrenta um processo no Supremo Tribunal Federal, acusado de coação no curso do processo, relacionado a tentativas de influenciar decisões judiciais em favor de si e de aliados.

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