- A Paraná Pesquisas divulgou, nesta terça-feira, 28 de outubro de 2025, um levantamento com 2.020 eleitores em 162 municípios entre 21 e 24 de outubro de 2025. Mostra 59,4% de desaprovação entre evangélicos e 61,4% de aprovação entre nordestinos, com variações por gênero, idade e religião.
- A desaprovação é mais acentuada entre homens; entre mulheres, há maior indecisão sobre a aprovação ao governo Lula.
- Entre católicos, 50,5% aprovam o governo; a menor desaprovação é registrada entre quem segue outras religiões, com 39%.
- A avaliação geral aponta 35,3% consideram a gestão ótima ou boa e 41,1% a classificam como ruim ou péssima.
- Demograficamente, a desaprovação aparece com mais força entre adultos de 25 a 44 anos; a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
O levantamento da Paraná Pesquisas, divulgado nesta terça-feira (28), revela que 59,4% dos evangélicos desaprovam o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em contrapartida, 61,4% do eleitorado nordestino aprova sua gestão. O estudo foi realizado entre 21 e 24 de outubro de 2025, com 2.020 eleitores em 162 municípios, e apresenta variações significativas de acordo com gênero, idade e religião.
A pesquisa mostra que a desaprovação é mais acentuada entre os homens, enquanto as mulheres apresentam uma alta taxa de indecisão sobre sua aprovação. Entre os católicos, 50,5% aprovam Lula, mas a menor desaprovação vem dos que pertencem a outras religiões, com 39% de desaprovação. O levantamento destaca que a avaliação do governo é composta por 35,3% que consideram a administração ótima ou boa, enquanto 41,1% a julgam ruim ou péssima.
Análise Regional e Demográfica
Os dados indicam que, apesar da alta desaprovação entre os evangélicos, a aprovação no nordeste permanece forte. A pesquisa também revela que a desaprovação é mais evidente entre adultos de 25 a 44 anos. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%.
Essas informações são cruciais para entender o cenário político atual e a dinâmica de apoio ao governo Lula, que enfrenta desafios significativos, especialmente entre grupos religiosos.
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