- Nova rodada da Paranã Pesquisas, divulgada em 28 de outubro, aponta aprovação de 47,9% e desaprovação de 49,2% para o governo Lula (PT), com empate técnico dentro da margem de erro de 2,2 pp, após entrevistar 2.020 eleitores entre 21 e 24 de outubro.
- Histórico mostra que a desaprovação chegou a 56,7% em junho e 53,6% em agosto; o índice de aprovação subiu para 47,9% em outubro, um avanço de cinco pontos percentuais em relação a setembro (42,9%).
- O ritmo de recuperação é associado a medidas como a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais, além da reação a tarifas impostas por Donald Trump.
- Contexto de recuperação inclui dados de AtlasIntel indicando momento de maior popularidade desde 2023; especialistas apontam ações sociais e resposta à política comercial de Trump como contribuintes.
- Mesmo com a melhora, desaprovação ainda predomina, com 41,1% avaliando o governo como ruim ou péssimo e 35,3% como bom ou ótimo.
A aprovação do governo Lula (PT) registrou um aumento significativo em outubro, alcançando 47,9%, enquanto a desaprovação ficou em 49,2%. Os dados foram revelados pela nova rodada da pesquisa do instituto Paraná Pesquisas, divulgada em 28 de outubro. O levantamento, que entrevistou 2.020 eleitores entre os dias 21 e 24 de outubro, apresenta um empate técnico, considerando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
Historicamente, Lula enfrentou um cenário de desaprovação crescente, com índices que chegaram a 56,7% em junho e 53,6% em agosto. Contudo, o novo índice de aprovação representa um salto de cinco pontos percentuais em relação ao mês anterior, quando a aprovação era de 42,9%. A recuperação na avaliação do governo foi associada a iniciativas como a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até 5 mil reais e a reação do governo frente a tarifas impostas por Donald Trump.
Contexto da Recuperação
A melhora nos índices de aprovação coincide com dados de outras pesquisas, como a da AtlasIntel, que indicou que a gestão atual vive seu melhor momento de popularidade em 2023. Pesquisadores apontam que a retomada de projetos sociais e a resposta à política comercial de Trump contribuíram para essa mudança de percepção. Além disso, houve um aumento no número de eleitores que consideram o governo “bom” ou “ótimo”, enquanto as avaliações negativas diminuíram.
Apesar da recuperação, o cenário geral ainda é desafiador. A soma das avaliações “ruim” ou “péssimo” chega a 41,1%, enquanto 35,3% consideram o governo “bom” ou “ótimo”. A pesquisa demonstra que, embora haja um avanço, a desaprovação ainda predomina entre os cidadãos.
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