- Mauro Cid, tenente-coronel e delator do esquema golpista, iniciou pena de dois anos em regime aberto, conforme determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Decisão anunciada em 30 de outubro de 2025.
- Ele usava tornozeleira eletrônica desde 2023 e poderá retirá-la, mas continua proibido de deixar o Brasil, de portar armas e de sair de casa no período noturno.
- STF decidiu, em 28 de outubro, que a ação penal contra Cid transitou em julgado; a Procuradoria-Geral da República (PGR) se opôs ao perdão judicial, citando omissões na delação; a defesa não recorreu da decisão da Primeira Turma.
- O prazo para embargos de declaração encerrou-se em 27 de outubro.
- Cid integrava o núcleo crucial da trama golpista e recebeu a menor pena entre os envolvidos; a decisão do STF marca novo capítulo na investigação sobre a tentativa de golpe de Estado no Brasil.
O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e delator do esquema golpista, começou a cumprir pena de dois anos em regime aberto, conforme determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão foi anunciada na quinta-feira, 30 de outubro de 2025.
Cid, que usava tornozeleira eletrônica desde 2023, agora poderá retirá-la, mas continua com restrições. Ele está proibido de deixar o Brasil, portar armas e sair de casa durante o período noturno. Essas medidas visam garantir o cumprimento da pena e a segurança da sociedade.
O STF havia decidido, em 28 de outubro, que a ação penal contra Cid transitou em julgado. Durante o julgamento, a Procuradoria-Geral da República (PGR) se opôs ao perdão judicial, citando omissões na delação do militar. A defesa não recorreu da decisão da Primeira Turma, e o prazo para embargos de declaração se encerrou no dia 27 de outubro.
Cid fazia parte do núcleo crucial da trama golpista e recebeu a menor pena entre os envolvidos. Seus advogados solicitaram a extinção da pena, argumentando que o tempo em que ele esteve preso e as medidas cautelares já cumpridas deveriam ser considerados. A decisão do STF marca um novo capítulo na investigação sobre a tentativa de golpe de Estado no Brasil.
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