- O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes viajará ao Rio de Janeiro na próxima segunda-feira, três, para ouvir explicações do governador Cláudio Castro e dos chefes de segurança sobre a operação contra o Comando Vermelho nos complexos da Penha e do Alemão, realizada na terça-feira vinte e oito, que deixou 113 presos e 121 mortos, incluindo quatro policiais.
- Moraes assumiu temporariamente a relatoria da ADPF setenta e cinco? 635 (ADPF das Favelas) para avaliar um pedido de providências apresentado pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNHD). O ministro conduzirá pessoalmente as audiências, com a participação da cúpula da segurança do estado.
- O ministro também participou da Conferência Mundial sobre Justiça Constitucional em Madri, na Espanha, onde tratou de ataques ao Poder Judiciário e da disseminação de notícias falsas nas redes sociais.
- A vinda ao Rio faz parte de um esforço para entender melhor as circunstâncias e desdobramentos da operação, que gerou grande repercussão e críticas sobre o uso da força policial nas favelas.
- Espera-se que as audiências esclareçam os métodos utilizados e o impacto nas comunidades, além de contribuir para o diálogo sobre a segurança pública no estado.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, viajará ao Rio de Janeiro na próxima segunda-feira, dia 3, para ouvir explicações do governador Cláudio Castro e dos chefes de segurança sobre a recente megaoperação contra o Comando Vermelho. Realizada na terça-feira, dia 28, a ação nos complexos da Penha e do Alemão resultou em 113 presos e 121 mortos, incluindo quatro policiais.
Moraes assumiu temporariamente a relatoria da ADPF 635, conhecida como ADPF das Favelas, para avaliar um pedido de providências apresentado pelo Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH). O ministro conduzirá pessoalmente as audiências, com a presença da cúpula da segurança do estado.
Além disso, Moraes participou da Conferência Mundial sobre Justiça Constitucional em Madri, na Espanha, onde abordou temas como os ataques ao Poder Judiciário e a disseminação de notícias falsas nas redes sociais. A ida ao Rio é parte de um esforço para entender melhor as circunstâncias e os desdobramentos da operação que gerou grande repercussão e críticas sobre o uso da força policial nas favelas.
A expectativa é que as audiências ajudem a esclarecer os métodos utilizados durante a operação e o impacto nas comunidades afetadas, além de contribuir para um diálogo sobre a segurança pública no estado.
Entre na conversa da comunidade