- O presidente Lula chegou a Belém, no Pará, no último fim de semana e se hospedará em um barco-hotel durante a COP 30.
- A embarcação escolhida é o Iana 3, alugada pela empresa Icotur Transporte e Turismo, com capacidade para mais de 30 pessoas, incluindo a primeira-dama Janja da Silva e assessores.
- O barco-hotel foi adotado após Lula dizer que não desejava luxo, optando por uma opção que combine segurança e conforto para receber o presidente.
- A Marinha foi descartada, pois o barco não atenderia às exigências do governo, que justificou a locação do Iana 3 como hotel flutuante para a estadia em Belém.
- A diária do Iana 3 varia entre R$ cinco mil e R$ dez mil, e a hospedagem se estenderá por pouco mais de uma semana; o valor total não foi informado pela Secretaria de Comunicação da Presidência.
O presidente Lula, do PT, chegou a Belém (PA) no último fim de semana e se hospedará em um barco-hotel chamado Iana 3, durante a COP 30. A embarcação, que comporta mais de 30 pessoas, foi alugada pela empresa Icotur Transporte e Turismo. Essa escolha ocorre após Lula afirmar que não desejava luxo para sua hospedagem.
A decisão de alugar o barco se deu em meio a uma crise de hospedagem na capital paraense. O presidente dispensou a opção de um barco da Marinha, que não atenderia às suas exigências. A presidência justificou a locação do Iana 3, afirmando que a embarcação oferece segurança e conforto adequados para receber o presidente, funcionando como um hotel flutuante.
Detalhes do Barco-Hotel
O Iana 3 possui várias suítes, sala de jantar, bar, cozinha completa e sala de jogos. A diária para esse tipo de acomodação varia entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. Além de Lula, a primeira-dama Janja da Silva e assessores também ficarão hospedados na embarcação.
A Secretaria de Comunicação da Presidência não informou o valor total que será pago pelo tempo que Lula permanecerá em Belém, estimado em pouco mais de uma semana. Apesar da declaração anterior sobre evitar ostentação, a escolha pelo barco-hotel levanta questionamentos sobre a postura do governo em relação a gastos públicos durante eventos internacionais.
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