- STF marcou para 21 de novembro o início do julgamento de Rubem Abdalla Barroso Junior e Eloisa da Costa Leite, acusados pela PGR de arrecadar cerca de R$ 1 milhão para sustentar acampamento golpista em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, no fim de 2022; a análise será no plenário virtual e deve se estender até 1º de dezembro.
- A PGR acusa o casal de associação criminosa e incitação das Forças Armadas contra os poderes constitucionais; até o momento, não houve defesa apresentada, e eles foram notificados por edital.
- A Polícia Federal revelou que o casal organizou uma tenda de alimentação no acampamento, recebendo doações via chave Pix vinculada à conta de Eloisa para comprar arroz e carne; repasses iam para Rubem.
- Dados financeiros indicam movimentação de aproximadamente R$ 1 milhão associada a Eloisa, com parte do montante usada para incitar atos antidemocráticos e fornecer alimentos aos manifestantes.
- Se a denúncia for aceita pelo STF, o casal se tornará réu e enfrentará as consequências legais; o caso destaca a atuação de cidadãos em atividades que ameaçam a democracia e levanta questões sobre responsabilidade penal.
O Supremo Tribunal Federal (STF) agendou para o dia 21 de novembro o início do julgamento de Rubem Abdalla Barroso Junior e Eloisa da Costa Leite, acusados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) de arrecadar cerca de R$ 1 milhão para sustentar um acampamento golpista em frente ao Quartel-General do Exército, em Brasília, no final de 2022. A análise ocorrerá no plenário virtual e deve se estender até 1º de dezembro.
A PGR acusa o casal de associação criminosa e incitação das Forças Armadas contra os poderes constitucionais. Até o momento, Rubem e Eloisa não apresentaram defesa e foram notificados por edital. As investigações da Polícia Federal revelaram que o casal organizou uma tenda de alimentação no acampamento, solicitando doações via Pix para a compra de alimentos como arroz e carne.
Movimentações Financeiras
Os dados da PF indicam movimentações financeiras suspeitas de aproximadamente R$ 1 milhão associadas a Eloisa da Costa. A dinâmica envolvia arrecadar recursos por meio de uma chave Pix vinculada à conta dela, com repasses posteriores para Rubem. Parte do montante arrecadado foi usada para incitar atos antidemocráticos, fornecendo alimentos aos participantes do acampamento.
A expectativa é que, se a denúncia for aceita pelo STF, o casal se torne réu e enfrente as consequências legais de suas ações. O caso destaca o envolvimento de cidadãos em atividades que ameaçam a democracia e levanta questões sobre a responsabilidade penal em situações semelhantes.
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