- A Google entrou com ação judicial contra a rede Lighthouse, alegando que eles criaram duzentos mil sites fraudulentos em apenas vinte dias, com entre doze milhões e cento e quinze milhões de cartões de crédito potencialmente comprometidos nos Estados Unidos, envolvendo vinte e cinco réus desconhecidos, sob a lei Racketeer Influenced and Corrupt Organizations (RICO).
- A Lighthouse oferecería um kit de phishing por assinatura, com software de SMS e modelos de sites que imitariam instituições financeiras e órgãos governamentais, para induzir vítimas a fornecer dados; há um sistema de rastreamento que captura informações mesmo se o usuário desistir no meio do processo.
- Os golpistas podem acessar uma conta Lighthouse por meio de uma página de login parecida com a do Google e enviar mensagens fraudulentas, como alertas falsos do USPS, levando a páginas falsas que solicitam dados pessoais e de pagamento; a rede ainda imita sites de cobrança de pedágios e instituições financeiras usando logotipos do Google.
- A Google quer que o tribunal declare as atividades da Lighthouse ilegais, facilitando ações de outros provedores de tecnologia e permitindo que autoridades obtenham mais informações; a advogada geral Halimah DeLaine Prado ressaltou que a popularidade da Lighthouse aparece em canais públicos como Telegram e YouTube, onde recrutam e oferecem suporte.
- Além da ação, a Google apoia três projetos de lei federais para combater fraudes online, incluindo o GUARD Act e o SCAM Act, com objetivo de ampliar a atuação de autoridades locais e estaduais e responsabilizar grupos transnacionais envolvidos em golpes, reforçando o papel da empresa nesse combate.
Google entrou com uma nova ação judicial contra a rede criminosa chamada Lighthouse, acusando-a de criar 200 mil sites fraudulentos em apenas 20 dias. A empresa afirma que essa rede comprometeu entre 12,7 milhões e 115 milhões de cartões de crédito nos Estados Unidos. A ação, que envolve 25 réus desconhecidos, visa desmantelar a organização sob a legislação do Racketeer Influenced and Corrupt Organizations (RICO).
A investigação revela que a Lighthouse fornece um kit de phishing acessível, permitindo que criminosos realizem campanhas em larga escala. Com um modelo de assinatura, a rede oferece software SMS e templates de sites que imitam instituições financeiras e órgãos governamentais, enganando consumidores a fornecerem informações sensíveis. Uma vez que a vítima clica no link, um sistema de rastreamento captura seus dados, mesmo que ela desista antes de finalizar a ação.
Estrutura da Rede
Os golpistas podem acessar uma conta da Lighthouse, utilizando uma página de login que se assemelha à do Google, e enviar mensagens fraudulentas, como alertas falsos do USPS. Essas mensagens direcionam os usuários a páginas falsas que solicitam dados pessoais e de pagamento. Além disso, a Lighthouse também imita sites de cobrança de pedágios e instituições financeiras, utilizando logotipos do Google para aumentar a credibilidade.
Ações Legais e Propostas de Reformulação
A Google busca que o tribunal declare as atividades da Lighthouse ilegais, o que poderia facilitar a ação de outros provedores de tecnologia e ajudar as autoridades a obter mais informações sobre a rede. O advogado geral da Google, Halimah DeLaine Prado, destacou que a popularidade crescente da Lighthouse chamou a atenção da empresa, especialmente em canais públicos como Telegram e YouTube, onde recrutam e oferecem suporte técnico.
Além da ação judicial, a Google apoia três projetos de lei federais que visam combater fraudes online, incluindo o GUARD Act e o SCAM Act. Essas iniciativas têm como objetivo fortalecer a capacidade das autoridades locais e estaduais de enfrentar golpes, além de responsabilizar grupos transnacionais envolvidos em esquemas fraudulentos. DeLaine Prado enfatizou a importância da atuação das empresas no combate a esses crimes, reforçando o papel da Google nesse cenário.
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