- PSOL pediu prisão preventiva de quatro réus do núcleo 1 — Almir Garnier, Augusto Heleno, Anderson Torres e Paulo Sérgio Nogueira — ao ministro Alexandre de Moraes, em 20 de novembro de 2025.
- Além da prisão, o partido requer a retenção dos passaportes e a fiscalização de medidas cautelares durante o processamento, para evitar evasão, obstrução ou frustração da jurisdição.
- A justificativa é o risco de fuga, citando viagens internacionais que poderiam comprometer a aplicação da lei penal.
- O pedido se soma a ações anteriores do PSOL, que já visaram outras figuras ligadas ao mesmo núcleo, como Alexandre Ramagem e Carla Zambelli.
- O texto acompanha o contexto de penas já aplicadas em casos relacionados, observando que apenas Braga Netto e Jair Bolsonaro teriam penas maiores.
O PSOL protocolou um pedido de prisão preventiva de quatro réus do núcleo 1, incluindo o ex-comandante da Marinha Almir Garnier, o general Augusto Heleno, o ex-ministro da Justiça Anderson Torres e o ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio Nogueira. O pedido foi feito ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes nesta quinta-feira, 20 de novembro de 2025. O partido argumenta que há risco de fuga desses indivíduos, citando viagens internacionais que poderiam comprometer a aplicação da lei penal.
Além da prisão, o PSOL solicita a retenção dos passaportes dos réus e a fiscalização de medidas cautelares durante o processamento da ação penal. O objetivo é evitar qualquer tentativa de evasão, obstrução ou frustração da jurisdição. O partido menciona que informações veiculadas pela imprensa reforçam a preocupação com a possibilidade de fuga dos réus.
Contexto das Ações
Este pedido se soma a um esforço anterior do PSOL, que já havia solicitado a prisão de outras figuras ligadas ao mesmo núcleo, como o deputado Alexandre Ramagem e a deputada Carla Zambelli. O partido expressa preocupação com a ausência desses indivíduos durante fases críticas da investigação, o que poderia indicar tentativas de se afastar do alcance da justiça brasileira.
As penas de prisão para os réus em questão variam, sendo que as únicas que superam as suas são as do ex-ministro da Casa Civil General Braga Netto e do ex-presidente Jair Bolsonaro. A situação continua a gerar debates sobre a eficácia das medidas cautelares e a necessidade de garantir a integridade das investigações em andamento.
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