- A juíza Hannah Brinkema deverá anunciar a decisão sobre o monopólio do Google em tecnologia de anúncios no próximo ano.
- O Departamento de Justiça dos Estados Unidos argumenta que o Google detém monopólio ilegal em dois mercados de ad tech e pede a venda da plataforma AdX.
- O DOJ também sugere a venda do servidor de anúncios para publishers para aumentar a concorrência no setor.
- Brinkema já havia determinado que o Google ligou ilegalmente duas ferramentas, e aponta urgência porque o Google deve recorrer; mudanças comportamentais rápidas podem ser implementadas mesmo durante a apelação.
- O caso tramita na Eastern District of Virginia, conhecida como Rocket Docket, com foco em medidas corretivas antes que a situação se agrave.
A juíza Hannah Brinkema deve anunciar sua decisão sobre o caso do monopólio do Google em tecnologia de anúncios no próximo ano. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) argumenta que a empresa detém um monopólio ilegal em dois mercados de ad tech e pede a venda de sua plataforma AdX. Além disso, o DOJ sugere a possibilidade de vender o servidor de anúncios para publishers, visando uma maior concorrência no setor.
Brinkema já havia determinado anteriormente que o Google ligou ilegalmente duas de suas ferramentas, criando um ambiente monopolista. A urgência da decisão se torna ainda mais relevante, já que o Google deve apelar da decisão. Apesar disso, a juíza destacou que mudanças comportamentais podem ser implementadas rapidamente, mesmo durante o processo de apelação.
O DOJ enfatiza que a venda do AdX é uma solução necessária para corrigir as práticas monopolistas do Google. A juíza reconhece que a eficácia das medidas solicitadas pode ser comprometida enquanto o recurso estiver em andamento. O caso está sendo analisado na Eastern District of Virginia, conhecido como “Rocket Docket”, onde a celeridade dos processos é uma prioridade.
Brinkema também se mostrou atenta ao tempo, uma vez que a dinâmica do mercado pode mudar rapidamente, como ocorreu em um caso recente envolvendo a Meta. O DOJ busca garantir que as ações corretivas sejam implementadas antes que a situação se torne ainda mais complexa.
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