- Tim Leiweke, executivo cofundador do Oak View Group, foi indiciado em julho por suposta conspiração para restringir a concorrência em licitação de uma arena em uma universidade pública em Austin, Texas, e havia se declarado não culpado, com julgamento previsto para o próximo ano.
- O presidente Donald Trump assinou, na terça-feira, um perdão pleno e incondicional a Leiweke; a medida foi publicada pelo Departamento de Justiça na quarta-feira.
- Segundo o texto do perdão, o caso de corrupção movido pelos promotores que atuam para Trump é encerrado.
- A Antitrust Division do Departamento de Justiça destacou que o réu “orquestrou” a licitação para beneficiar sua empresa, prejudicando a universidade pública e os contribuintes, conforme a acusação.
- Leiweke afirmou ao Sports Business Journal que agradece ao presidente pela “nova vida” recebida, dizendo que a família enfrentou uma jornada difícil.
Tim Leiweke, cofundador do Oak View Group, foi indiciado em julho por suposta conspiração para manipular o processo de licitação de uma arena em uma universidade pública de Austin, no Texas. O processo alegou que ele buscava beneficiar sua própria empresa. Leiweke sempre negou as acusações.
O caso envolve acusações de obstrução à concorrência e de favorecer uma empresa em detrimento de concorrentes, prejudicando a universidade e os contribuintes. Leiweke disse não ter cometido crime e aguardava julgamento no próximo ano.
Na terça-feira, Donald Trump assinou um perdão pleno e sem condições a Leiweke, segundo cópia publicada pelo DOJ na quarta-feira. O perdão encerra a investigação de corrupção movida por promotores ligados ao governo do ex-presidente.
O perdão foi divulgado pelo escritório de defesa de Leiweke, que afirmou gratidão pelo gesto. Leiweke afirmou à Sports Business Journal que o perdão representa nova esperança para ele e sua família.
Oficiais ministeriais destacaram que o caso tratava de suposta manipulação de licitação para beneficiar a própria empresa, mantendo o processo sob fiscalização e responsabilização. A justiça continuará monitorando casos de conduta empresarial.
O DOJ não apresentou explicações adicionais sobre o motivo do perdão, limitando-se a confirmar o ato. A decisão chega em meio a uma série de perdões concedidos pelo mandatário, sem detalhar os critérios usados.
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