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Trump propõe revogar padrões de combustível da era Biden

Trump revoga padrões CAFÉ da era Biden, recuando meta de 50 mpg para 34 mpg até 2031, encerra créditos de veículos elétricos e afrouxa regulações

Vehicles drive down the 405 freeway in Inglewood, California, on 19 September 2019.
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  • O presidente Donald Trump anunciou a revogação dos padrões de eficiência de combustível da era Biden, enfraquecendo as metas para veículos movidos a gasolina e pickups leves.
  • Os novos padrões manteriam cerca de 34 mpg (miles per gallon) até 2031, revertendo a elevação prevista para aproximadamente cinquenta mpg.
  • Foram encerradas as multas por não cumprir as metas, encerrados os créditos de até 7.500 dólares para veículos elétricos e reduzidos custos e regulamentações para automóveis.
  • A administração Biden buscava aumentar a eficiência para estimular veículos elétricos e enfrentar a crise climática; a mudança é apresentada como forma de deixar os carros mais acessíveis.
  • Organizações ambientais criticam a medida, dizendo que reduz a eficiência e aumenta consumo de gasolina, enquanto o setor automotivo afirma que a flexibilização pode ampliar a demanda por carros.

Donald Trump anunciou nesta semana a revogação dos padrões federais de economia de combustível estabelecidos durante a administração Biden, reduzindo as metas para automóveis a gasolina e picapes leves. O anúncio ocorreu no Salão Oval, com a participação de executivos de grandes montadoras, e aponta para uma flexibilização nas regras de eficiência.

Os padrões em vigor sob Biden exigiam, em diante, média de cerca de 50 milhas por galão até 2031. A gestão Trump sinaliza que, até 2031, os carros devem alcançar cerca de 34 milhas por galão. A mudança representa redução de pressão regulatória sobre as fabricantes de veículos a combustível tradicional e o fim de créditos para veículos elétricos.

Além disso, o governo sinaliza a eliminação de multas por não cumprimento das metas de eficiência, o fim dos créditos de até 7.500 dólares para a compra de veículos elétricos e ênfase na redução de custos e de regulamentações para a indústria automotiva. A justificativa apresentada é tornar os carros mais acessíveis aos consumidores.

Pontos críticos foram destacados por organizações ambientais, que afirmam que as normas atuais incentivaram automóveis mais eficientes e geraram economia para os consumidores. Entidades ambientais ressaltam que a revogação pode aumentar o consumo de combustível e impactar as metas de emissões.

Analistas apontam que a mudança pode influenciar o ritmo de investimentos em tecnologias limpas e no setor automotivo americano, com possíveis efeitos sobre empregos e competitividade. O impacto depende de futuras definições regulatórias e do comportamento do mercado consumidor.

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