- A CPI mista do INSS rejeitou, por dezenove votos a doze, a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
- Conhecido como “Lulinha”, ele foi apontado por uneções da oposição como possível lobista ligado ao “Careca do INSS”, mas não é investigado no esquema de descontos fraudulentos.
- Senadores defesa afirmaram que não há provas que conectem o filho do presidente às fraudes do INSS; a oposição sustenta narrativas políticas sem elementos robustos.
- O presidente da CPI, Carlos Viana, e outros membros reiteraram que não há evidências que justifiquem a convocação, conforme discurso de aliados do governo.
- Ainda nesta quinta, a CPI convocou o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, para depor sobre a Zema Financeira, herdada pela família, acusada de oferecer crédito consignado a aposentados.
A CPI mista do INSS rejeitou nesta quinta-feira (4) a convocação de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula. A votação foi de 19 a 12, e não houve investigação direta sobre ele. O assunto envolvia supostos vínculos com o conhecido Careca do INSS.
A relatora das investigações não foi relatada, mas a linha de atuação apontou que não há provas suficientes para justificar a oitiva de Lula da Silva. Parlamentares de oposição defendiam a convocação, citando reportagens sobre pagamentos recebidos pelo filho do presidente.
O presidente da CPI, Carlos Viana, disse que a oitiva não traria elementos relevantes para o objetivo da comissão. A senadora Eliziane Gama afirmou que não havia provas documentais conectando Lulinha ao Careca do INSS.
Nesta mesma sessão, a CPI também decidiu convocar para depor o governador de Minas Gerais, Romeu Zema. O objetivo é esclarecer questões sobre a Zema Financeira, herdada pela família e acusada de oferecer crédito consignado a aposentados.
A Zema Financeira é alvo de críticas dentro da comissão por participação da base governista nas atenções da imprensa. O grupo também analisa se houve favorecimento ou irregularidades envolvendo a empresa.
Segundo apuração, Romeu Zema é herdeiro e ex-administrador da empresa. A oitiva deve detalhar o funcionamento do crédito consignado para beneficiários do INSS e o papel da gestão na empresa.
A defesa de Fábio Lula da Silva não se manifestou até o fechamento desta matéria. Já a defesa de Zema não comentou o andamento do processo ou a data da oitiva.
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