- A Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social do Ministério Público de São Paulo instaurou um inquérito civil nesta sexta-feira, 5, para avaliar a possibilidade de intervenção judicial no Corinthians.
- A investigação mira irregularidades no uso do cartão corporativo em gestões anteriores do clube, com coleta de documentos, depoimentos e perícias previstas.
- Em 18 de novembro, o promotor Cassio Conserino sugeriu à promotoria a abertura de intervenção judicial, elaborando um documento de 55 páginas com 25 motivos para uma eventual ação civil pública.
- O caso era analisado pela área criminal, mas a intervenção passa a ser apurada pelo Ministério Público, que pode encaminhar medidas como prazo para entrega de documentos e depoimentos.
- O procedimento pode resultar na apresentação de uma ação civil pública caso haja elementos suficientes para justificar a medida.
A Promotoria de Justiça do Patrimônio Público e Social do Ministério Público de São Paulo instaurou um inquérito civil para avaliar a possibilidade de intervenção judicial no Corinthians. O procedimento foi aberto nesta sexta-feira (5) para permitir a coleta de documentos, depoimentos e perícias pela Promotoria. A medida pode levar à abertura de uma ação civil pública, caso haja elementos suficientes.
O caso está relacionado a irregularidades no uso do cartão corporativo em gestões anteriores do clube, objeto de investigação da Promotoria. A iniciativa busca esclarecer deprimento de recursos públicos ou privados vinculados ao clube, conforme apurado pela área criminal do MP.
Como histórico, em 18 de novembro o promotor Cassio Conserino havia sugerido à Promotoria a instauração de intervenção judicial no Corinthians. Na época, foi apresentado um documento de 55 páginas com 25 motivos para uma eventual ação civil pública. Cassio atua em linha criminal e não poderia propor a intervenção; agora o caso passa a ser acompanhado pela Promotoria.
Processo e próximos passos
- O inquérito civil permitirá a coleta de documentos, depoimentos e perícias.
- Caso haja elementos suficientes, poderá ser ajuizada uma ação civil pública contra pessoas físicas ou jurídicas envolvidas.
- O Ministério Público não divulgou prazo para conclusão nem se houve identificação de réus específicos até o momento.
A divulgação inicial sobre o tema foi publicada pelo ge.globo e confirmada pela Itatiaia. O andamento do inquérito depende da coleta de evidências e da avaliação da Promotoria para definir medidas adicionais.
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