- O STF e o Senado discutem o novo entendimento de impeachment de ministros; Gilmar Mendes argumenta que apenas a PGR pode fazer pedidos.
- A sabatina de Jorge Messias, indicado para a advocacia-geral da União, ficou em segundo plano diante da polêmica.
- O Planalto informou que enviará a mensagem ao Senado apenas no próximo ano, após o recesso, para concentrar esforços na atualização da Lei do Impeachment de 1950.
- Messias continua buscando apoio entre senadores, enquanto interlocutores do presidente e de Davi Alcolumbre negociam um encontro entre eles nos próximos dias.
- A avaliação é de que manter o presidente do Senado como adversário não ajudará o Planalto, com várias votações importantes em jogo.
O conflito entre o STF e o Senado ganhou novo capítulo com o entendimento sobre impeachment de ministros. Gilmar Mendes defende que apenas a PGR pode fazer pedidos. A sabatina de Jorge Messias, indicado para a AGU, ficou em segundo plano.
A sabatina não é mais prioridade no momento. O Planalto pretende concentrar esforços na atualização da Lei do Impeachment de 1950 e deixar Messias para o próximo ano. O objetivo é ganhar tempo para as votações no Senado.
Messias continua buscando apoio junto a senadores. interlocutores do presidente Bolsonaro e de Davi Alcolumbre discutem um encontro entre eles nos próximos dias. A previsão é evitar confrontos com o presidente do Senado.
Estratégia do governo
A avaliação é que manter o presidente do Senado como adversário não ajuda o Planalto. Com várias votações relevantes no plenário, o envio da mensagem ao Senado deve ocorrer somente após o recesso.
Acompanhamento da indicação
Mesmo com a possibilidade de sabatina remota, a indicação de Messias permanece publicada no Diário Oficial. O governo busca manter o ritmo de nomeações, mantendo a discussão da Lei de Impeachment como prioridade.
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