- Nova rodada da pesquisa CNT Real Time Big Data, realizada nos dias 4 e 5 de dezembro com 1.200 eleitores, aponta Hana Ghassan como a mais citada para a sucessão de Helder Barbalho no Pará.
- Dr. Daniel Santos, prefeito de Ananindeua, aparece logo atrás de Hana Ghassan nos três cenários avaliados pela pesquisa.
- Helder Barbalho não pode disputar o terceiro mandato como governador, conforme a Constituição, e fica cotado para a vaga de senador em 2026.
- Em 2026, duas cadeiras da Senado estarão em disputa, e Helder aparece como franco favorito para a primeira vaga.
- A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
A nova rodada da pesquisa CNT Real Time Big Data, realizada nos dias 4 e 5 de dezembro, aponta mudanças importantes na percepção sobre a sucessão no governo do Pará. Helder Barbalho (MDB) não pode disputar o terceiro mandato, conforme a Constituição. A disputa agora gira em torno de quem assume o governo a partir de 2027.
Hana Ghassan (MDB), atual vice-governadora, aparece como a ausência mais citada pelos eleitores. Ela está à frente de Dr. Daniel Santos (PSB), prefeito de Ananindeua, em todos os cenários monitorados pela pesquisa. Os números indicam uma vantagem inicial para Ghassan, com Santos como principal concorrente.
A pesquisa consultou 1.200 eleitores entre 4 e 5 de dezembro, com margem de erro de 3 pontos percentuais. O estudo também aponta Helder Barbalho como favorito para uma projeção de vaga no Senado em 2026, quando duas cadeiras estarão em disputa no estado.
Cenários e perspectivas
Segundo os cenários apresentados pela CNT Real Time Big Data, Hana Ghassan lidera a corrida para o cargo de governante estadual, com Daniel Santos próximo. Helder Barbalho aparece como favorito para a primeira vaga no Senado, sem possibilidade de concorrer ao governo novamente.
O material divulgado não detalha as variações entre os cenários, mas reforça a leitura de que Ghassan mantém vantagem em consolidar o comando no estado. A leitura geral aponta equilíbrio entre nomes considerados fortes pela imprensa local e pelos blocos de apoio.
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