- Barroso afirmou, em dezembro de 2024, que o inquérito das fake news terminaria em 2025, mas o caso segue em vigor.
- Em 16 de dezembro de 2024, o Supremo Tribunal Federal prorrogou o inquérito 4781 por mais 180 dias.
- O relator permanece o ministro Alexandre de Moraes, desde o início, em 2019.
- O inquérito investiga a existência, o financiamento, o modo de atuação e os participantes do chamado “gabinete do ódio”.
- Não há sinal de conclusão; o STF não divulgou nota oficial recente sobre o estado do processo, e não houve comentários oficiais até o momento.
O inquérito das fake news, aberto em 2019 pelo Supremo Tribunal Federal, permanece em vigor sem previsão de encerramento. O caso, criado sob a gestão de Dias Toffoli, tem Alexandre de Moraes como relator desde o início, com decisões unânimes no STF ao longo dos anos.
Em dezembro de 2024, o ministro Luís Roberto Barroso afirmou que o inquérito demoraria devido à multiplicação de fatos ao longo do tempo. Ele sugeriu que o desfecho seria difícil mesmo com agentes políticos processados, buscando a pacificação política.
Progresso e prorrogações
Em 16 de dezembro de 2024, o STF prorrogou o inquérito por mais 180 dias. O objetivo, segundo a corte, era finalizar investigações sobre existência, financiamento, atuação e participação no chamado gabinete do ódio. A prorrogação estendia o prazo para meados de julho de 2025, conforme a previsão de Barroso.
A decisão manteve Moraes como relator, cujas atribuições não sofreram mudança de sorteio. O inquérito, iniciado com sigilo, passou por diversas fases, com investigações que se estenderam por anos. A corte não divulgou uma nota oficial específica sobre o tema.
Situação atual e próximos passos
A assessoria de Moraes não forneceu comentários oficiais ao Portal, e o STF afirmou que não há nota publicada sobre o assunto no momento. O inquérito segue aberto, sem indicação de conclusão ou data definida para encerramento.
A cobertura do caso permanece em aberto, com aguardo de novas decisões e desdobramentos sobre a condução das investigações. O tema continua sob vigilância, dado seu impacto político e institucional. Fontes consultadas reiteram a necessidade de acompanhar anúncios oficiais do STF.
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