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Líder do conselho Reform acusado de silenciar oposição com tática autoritária

Líder de Worcestershire envia cessar e desistir a vereador por críticas, exigindo remoção de três vídeos; caso está sob investigação.

Jo Monk, the Reform UK leader of Worcestershire county council, demanded in a letter that a Labour city councillor stop publishing or sharing ‘videos, posts or commentary’ about her or the party.
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  • Jo Monk, líder do conselho de Worcestershire, enviou uma carta de cessar e desistir a Ed Kimberley por críticas ao Reform UK.
  • A carta exige a remoção imediata de três vídeos onde Kimberley critica Monk e o Reform, alegando conteúdo que “misrepresenta” a líder e contribui para assédio público.
  • Kimberley nega base legal para as exigências e diz que continuará comentando sobre interesse público; Monk afirma que não comenta enquanto o caso é investigado.
  • Em um dos vídeos, Kimberley chama o Reform de “o novo partido mau” e “o novo partido dos valentões da escola”; ele também acusa apoio a um grupo no Facebook que incentiva bandeiras da Inglaterra.
  • Kimberley afirma que está buscando informar sobre o conselho e cobrar responsabilidade pública; Monk não comenta devido à investigação em curso.

O líder do conselho de Worcestershire, Jo Monk, enviou uma carta de cessar e desistir a Ed Kimberley, vereador de Worcester, por críticas públicas ao Reform UK. O documento foi encaminhado no fim de novembro e exige a remoção imediata de conteúdos que, segundo Monk, afetam a integridade do grupo.

Kimberley afirma não haver base legal para as exigências e diz que continuará comentando sobre assuntos de interesse público. Para a líder, o caso ainda está sob investigação e não há comentàrios no momento.

A carta solicita a retirada de três vídeos nos quais Kimberley critica Monk e o Reform, incluindo acusações de que o grupo promove comentários odiosos. O vereador sustenta que está informando a população sobre a atuação de autoridades locais.

Reação e respostas

Kimberley respondeu por escrito que não irá retirar conteúdos e continuará debatendo temas de interesse público, destacando que a atuação de políticos deve ser objeto de crítica. O texto ressalta que a cobrança é vista como medida para silenciar a oposição.

Monk informou, por meio de nota, que não poderia comentar enquanto o assunto fosse investigado e que ações legais podem ocorrer. O comunicado reforça o caráter potencial de desdobramentos jurídicos da questão.

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