- Lindbergh Farias afirma que a inclusão do PL que reduz penas dos atos de 8 de janeiro na pauta foi um “combinado” com a direita, visto como preço para Flávio Bolsonaro retirar a candidatura.
- O líder petista disse que a decisão de Hugo Motta pautar o projeto estaria ligada a essa negociação, mencionando publicamente a pressão sobre Flávio Bolsonaro.
- O projeto, segundo Motta, reduz penas de condenados pelo Supremo Tribunal Federal sem anistia, diferenciando-o de uma simples redução para quem já foi condenado.
- O relator, Paulinho da Força, recomendou diminuir anos de prisão, sem extinção de penas nem anulação de condenações, e destacou que não há proposta de anistia para Jair Bolsonaro.
- Motta afirmou que o plenário é soberano e que a proposta não trata de anistia, concentrando-se apenas na redução de penas para os envolvidos nos atos de 8 de janeiro.
Líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias, afirmou nesta terça-feira que a inclusão do PL que reduz penas de envolvidos nos atos de 8 de janeiro na ordem do dia foi um combinado com a direita. Segundo ele, esse seria o preço para Flávio Bolsonaro retirar a candidatura à presidência. A declaração foi publicada por Lindbergh em suas redes.
O líder petista chamou a atenção para a suposta negociação entre o PL e a família Bolsonaro. Ele citou, sem apresentar provas, que a decisão do deputado Hugo Motta foi alinhada com o projeto e com o clã Bolsonaro.
Hugo Motta pautou o projeto que trata de reduzir penas de condenados pelo STF, sem anistia. O relator, Paulinho da Força, defendeu a redução de anos de prisão, sem extinguir condenações ou prever anistia a Jair Bolsonaro.
Pauta da Câmara e desdobramentos
Paulinho da Força afirmou que não haverá anistia na proposta. A ideia é apenas diminuir as penas de quem foi condenado pelos atos de 8 de janeiro, mantendo as condenações existentes. Motta destacou a soberania do plenário para decidir essas questões.
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