- Nesta terça-feira, Glauber Braga ocupou a cadeira do presidente da Câmara, Hugo Motta, em protesto contra a provável cassação.
- Policiais legislativos retiraram Glauber Braga à força da mesa diretora.
- A transmissão ao vivo do plenário foi cortada pela TV Câmara.
- O líder do PT, Lindbergh Farias, afirmou que Motta perde as condições de permanecer no cargo e chamou o protesto de vergonhoso; criticou a condução da pauta.
- Motta informou que se pronunciará sobre o caso após a votação e divulgou nota criticando o ato de Glauber Braga.
Nesta terça-feira, Glauber Braga ocupou a cadeira do presidente da Câmara, Hugo Motta, em protesto contra possível cassação. Policiais legislativos retiraram Braga da mesa diretora, em atuação descrita como truculenta. A TV Câmara interrompeu a transmissão do plenário após a retirada. A sessão seguia em meio a tensões sobre pautas que avançam no Legislativo.
O episódio ocorreu durante a noite de votação prevista para o plenário, que discutia projeto de lei ligado a condenados envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Entre eles, a possível rebaixamento de penas envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, o que acentuou o clima de alerta entre opositores e apoiadores.
Lindbergh Farias, líder do PT na Câmara, criticou Motta, afirmando que o presidente da Casa estaria perdendo as condições de permanecer no cargo. Motta afirmou que se pronunciará após a votação, e divulgou nota anterior acusando Glauber Braga de desrespeitar o Legislativo ao ocupar a cadeira.
Desdobramentos no plenário
O protesto de Glauber Braga ganhou repercussão por representar desafio direto à presidência da Câmara. O afastamento dele gerou interrupção na transmissão e repercussões entre parlamentares, com relatos de tensão no entorno da mesa diretora. A direção da Câmara não informou sobre medidas disciplinares imediatas.
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