- O presidente Lula pediu rapidez na aprovação da PEC da Segurança Pública e destacou a necessidade de definir o papel da União sem interferir na autonomia dos Estados.
- Em evento no Planalto, Lula afirmou que não se resolve tudo matando e defendeu investimentos em inteligência, pessoas certas e nos lugares certos para enfrentar o banditismo.
- Lula informou ter tratado cooperação contra o crime organizado com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e disse ter enviado a proposta ao acordo com ele.
- O relator Mendonça Filho apresentou o texto final aos líderes partidários nesta terça-feira.
- A PEC prevê ampliar atribuições das forças policiais, restringir benefícios penais para crimes graves e redefinir competências federais e estaduais, o que tem gerado tensão entre governadores e o Congresso; o governo quer votar na comissão especial ainda nesta semana.
Lula pediu nesta terça-feira rapidez na aprovação da PEC da Segurança Pública, destacando a necessidade de definir o papel da União sem inviabilizar a autonomia dos estados. O presidente afirmou que a solução não está em processos de repressão, mas em investimentos em inteligência e people nos locais certos.
O discurso ocorreu no Palácio do Planalto, onde o petista reforçou que a PEC é essencial para clarificar competências federais na área de segurança. Ele ressaltou a urgência de avançar no texto para evitar interpretações conflituosas sobre atuação federal.
Cooperação internacional e encaminhamentos
Lula mencionou uma conversa com o presidente dos EUA, Donald Trump, para discutir ações conjuntas de combate ao crime organizado. Segundo o presidente, já enviou ao colega americano a proposta do que pretende fazer.
O relator Mendonça Filho (União-PE) apresentou o texto final aos líderes partidários nesta terça-feira. A PEC amplia atribuições das forças policiais, restringe benefícios penais para crimes graves e redefine competências entre federal e estadual.
Perspectivas de votação
O governo pretende que o texto seja apreciado pela comissão especial ainda nesta semana. A proposta segue, portanto, para etapas seguintes, com debates e emulsões entre governadores e Congresso sobre o alcance das mudanças.
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