- O deputado federal Eduardo Bolsonaro atacou o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o deputado Paulinho da Força pela cassação e pelo PL da Dosimetria.
- Em vídeo divulgado nas redes, ele chamou Motta e Paulinho de “bonequinhas” do ministro Alexandre de Moraes.
- Motta afirmou que pautaria a cassação de Eduardo no plenário, com votação prevista para a próxima semana.
- Paulinho da Força rebateu, dizendo que Eduardo é ingrato e que ajudou no PL da Dosimetria para favorecer o pai.
- A Procuradoria-Geral da República já apresentou denúncia contra Eduardo no STF por coagir a Justiça; o STF já teria aceitado a denúncia, segundo a PGR.
Eduardo Bolsonaro voltou a atacar colegas da Câmara e apoiadores do STF em recordings publicados nas redes sociais. Segundo o conteúdo divulgado, o deputado chamou Hugo Motta e Paulinho da Força de bonequinhas ligadas a Moraes, ministro do STF, em referência ao julgamento de cassação de Motta e ao PL da Dosimetria.
O foco são as medidas envolvendo a cassação de Motta, com votação marcada para a próxima semana, e a tramitação do PL da Dosimetria, que reformula penas em condutas associadas aos atos de 8 de janeiro de 2023. Eduardo critica o andamento dos processos e o alinhamento entre os colegas e o القضاء.
Motta informou que deve pautar a cassação no plenário por ter ultrapassado o limite de faltas permitido pelo regimento, havendo expectativa de votação na semana seguinte. A decisão é baseada em parecer que sustenta a necessidade de presença física no Congresso.
Paulinho da Força rebateu, afirmando que trabalha pela aprovação do PL da Dosimetria e que já colabora com o pai de Eduardo para esse objetivo, além de classificar a crítica como ingratidão. Motta e Paulinho mantêm a atuação sobre o tema, com o apoio de membros da base.
Separadamente, a PGR divulgou que a Primeira Turma do STF recebeu denúncia contra Eduardo Bolsonaro por suposta coação a autoridades judiciárias e de demais poderes, em caso envolvendo a defesa do então presidente Jair Bolsonaro. O material aponta mensagens públicas e dados de celulares apreendidos para sustentar a acusação.
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