- O presidente da Câmara, Hugo Motta, convocou uma reunião de emergência com lideranças partidárias para tratar da operação da Polícia Federal.
- Motta reuniu-se também com o presidente da Câmara, Arthur Lira, na residência oficial, para organizar uma reação institucional.
- A PF deflagrou a Operação Transparência, que tem como alvo Mariângela Fialek, ex-funcionária do gabinete de Lira e ligada à organização de emendas.
- Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão na Câmara dos Deputados, em Brasília.
- Ministros e deputados discutem medidas de proteção parlamentar como desdobramento da operação e do tema das emendas.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, convocou uma reunião de emergência com as lideranças da Casa. O objetivo é discutir a Operação da Polícia Federal que mira a ex-funcionária de Lira, ligada ao gabinete do presidente da Câmara.
Motta reuniu-se ainda nesta sexta-feira com Arthur Lira na residência oficial da Câmara. O encontro é visto como uma resposta institucional à operação em curso.
A PF deflagrou a operação chamada Transparência, com dois mandados de busca e apreensão na Câmara dos Deputados, em Brasília. Mariângela Fialek, ex-assessora de Lira, é apontada como alvo.
Fialek atuava no setor da Câmara responsável pela indicação de emendas parlamentares, segundo a decisão que autorizou a operação. Ela hoje está lotada na liderança do PP.
A oposição já discutiu, no passado, uma PEC para restringir mandados em gabinetes sem autorização da Mesa. A proposta visava exigir aprovação da Casa para ações judiciais contra parlamentares.
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