- A Polícia Federal foi autorizada pelo STF para realizar operação contra Mariângela Fialek, ex-assessora do deputado Arthur Lira, ligada ao “orçamento secreto” e a denúncias de desvio de emendas.
- Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos na ação, que mira possível esquema de desvio de verbas públicas.
- O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que a Casa respeita o STF e suas decisões, mas afirmou que a leitura da decisão não aponta desvio de verbas.
- Motta ressaltou que a indicação de emendas parlamentares é prevista na Constituição e depende de autorização da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.
- A Câmara disse não compactuar com ilicitudes na execução de emendas parlamentares e pediu apuração adequada de eventuais irregularidades.
A Polícia Federal cumpriu mandados de busca na sexta-feira, 12 de janeiro, em Brasília, no âmbito de uma operação autorizada pelo STF. A ação mira suspeitas de desvio de emendas envolvendo a ex-assessora Mariângela Fialek e o chamado orçamento secreto.
O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, afirmou que a Câmara respeita o STF e as decisões proferidas, mas que a leitura da decisão não aponta desvio de verbas públicas. Motta ressaltou que a Casa não compactua com ilicitudes.
Segundo a operação batizada de Transparência, há o indício de um esquema de desvio de emendas parlamentares. Mandados de busca já foram cumpridos, e a investigação busca esclarecer a ligação entre Mariângela Fialek e o antigo mecanismo de emendas.
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