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Polícias da Inglaterra e do País de Gales ganham unidades contra violência

Equipes especializadas em crimes de violação e ofensas sexuais serão criadas até 2029; ordens de proteção em piloto com monitoramento eletrônico e sanções, sem funding adicional

The home secretary, Shabana Mahmood, says ‘rapists, sex offenders and abusers will have nowhere to hide’ once measures proposed by the government are in place.
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  • Todas as forças da Inglaterra e do País de Gales terão equipes dedicadas a estupro e crimes sexuais até 2029, segundo o governo.
  • Será expandida a ordem de proteção contra violência doméstica, com sanções como uso de tornozeleira eletrônica e zonas de exclusão; quem violar pode pegar até cinco anos de prisão.
  • O governo investirá quase £ 2 milhões em equipes de investigadores online para combater abusadores na internet, sem dinheiro adicional específico para as novas unidades.
  • As equipes serão chefiadas por investigadores especializados, com treinamento voltado ao comportamento do agressor e possível atuação como primeiros dimensionadores de violência sexual.
  • As ações contam com apoio do Centro Nacional para Violência contra Mulheres e Meninas (VAWG) e dialogam com o projeto Operation Soteria; críticas ao atraso na publicação da estratégia e à participação de especialistas.

All forces da Inglaterra e do País de Gales terão equipas dedicadas a casos de rapto e agressões sexuais até 2029, informou o governo. A decisão acompanha a divulgação de uma estratégia sobre violência contra mulheres e meninas (VAWG) pela secretária de Interior, Shabana Mahmood.

As equipes serão lideradas por investigadores especializados, treinados para entender o comportamento dos infratores. A iniciativa surge parcialmente como resposta ao projeto Operation Soteria, criado em 2021 para melhorar investigações e denúncias de violência sexual.

A medida envolve apoio do National Centre for VAWG e do Public Protection, um projeto de 13 milhões de libras anunciado neste ano. Não houve novo financiamento; os custos devem sair de orçamentos já existentes das forças.

Ordem de proteção contra violência doméstica também será testada em Londres e Manchester, com sanções como monitoramento eletrônico e zonas de exclusão. Crimes de violação podem levar a penas de até cinco anos de prisão.

As ordens serão aplicadas por juízes em processos civis e criminais, ampliando o conjunto de ferramentas para punir infratores. O objetivo é prevenir abusos e ampliar a proteção às vítimas.

Quase 2 milhões de libras serão destinados a equipes online de investigadores sigilosos para combater abusos na internet. O governo classifica a violência contra mulheres como emergência nacional.

O anúncio ocorre após críticas por atraso na publicação da estratégia de VAWG. Parlamentares, como a presidenta do comitê de assuntos internos, questionam a demora e a participação de especialistas.

Segundo fontes, a implementação das equipes varia por força, dependendo do nível de expertise local. A expansão está prevista para ocorrer em etapas ao longo do tempo.

Na prática, a iniciativa busca reduzir falhas nas investigações, aumentar a taxa de acusações e tornar o enfrentamento mais rápido. O governo afirma que as medidas visam responsabilizar abusadores.

A estratégia completa e as datas exatas de implementação devem ser detalhadas pela secretaria de Interior em breve. A expectativa é de que as ações avancem com coordenação entre forças, centros de proteção e autoridades judiciais.

Críticas recentes apontam a necessidade de maior envolvimento de especialistas da indústria e da sociedade civil. As autoridades afirmam que o diálogo continua durante a implementação.

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