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Andrew Gwynne diz não ter planos de ceder vaga a Andy Burnham

Gwynne nega planos de deixar o assento; aliados de Burnham falam em lista de distritos para seu retorno a Westminster, evidenciando tensões no Labour

Gwynne, who was suspended by the Labour in February after a leak of offensive WhatsApp messages, said he had no intention of standing down imminently.
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  • Andrew Gwynne, ex-ministro da saúde, foi suspenso pelo Labour em fevereiro após o vazamento de mensagens ofensivas no WhatsApp; ele afirma que não tem planos de deixar o assento antes das eleições de maio.
  • Aliados de Andy Burnham teriam identificado uma lista de assentos para ele retornar a Westminster no início do próximo ano, incluindo o assento de Gwynne.
  • Burnham descartou as informações como “burrice” ou “muita bobagem” e disse que não houve conversas sobre Gwynne deixar o cargo.
  • Gwynne, de 51 anos, disse que Burnham é amigo próximo da família, que não houve pressão de Burnham e que ele continua tratando de questões de saúde.
  • Trabalhistas costumam minimizar o impacto das especulações, apontando obstáculos para Burnham conseguir uma candidatura e ressaltando o cenário desigual de apoio em pesquisas internas.

Gwynne afirma que rumores de saída de assento para Burnham são especulação e não refletem planos reais. A notícia surge após relatos de aliados de Burnham apontarem uma lista de assentos para ele retornar a Westminster no próximo ano. Gwynne, 51, é ex-ministro da Saúde e foi suspenso pelo Labour em fevereiro após vazamento de mensagens no WhatsApp.

Segundo as informações, a lista incluiria o assento de Gwynne, entre outros, com o objetivo de facilitar o retorno de Burnham antes das eleições locais de maio. Burnham negou as especulações nas redes sociais, chamando-as de “bity rubbish” e lembrando por que deixou Westminster.

Gwynne disse à imprensa que não tem planos de se afastar antes das eleições de maio e que não houve conversas com Burnham sobre sua possível saída. O deputado de Gorton e Denton, que está recebendo tratamento de saúde, afirmou ter sido mal interpretado.

A liderança do Labour é ressaltada como divergente em relação ao futuro de Starmer. Fontes do partido afirmam que Burnham enfrenta obstáculos para concorrer, incluindo aprovação do comitê executivo nacional do Labour. A situação é acompanhada em meio a pesquisas internas.

Apoio a Burnham é citado em pesquisas entre membros do Labour, indicando que ele pode ser o candidato favorito para substituir Starmer, caso haja mudança de liderança. Contudo, críticos destacam desafios eleitorais para o grupo na maioria dos distritos.

Jim McMahon, ex-ministro envolvido em rumores de troca de cargos, também é citado como possível alvo de manobra interna. Ele era aliado de Burnham, mas enfrenta riscos eleitorais e mudanças no apoio local. O cenário alimenta especulações sobre alianças e estratégias futuras.

Shabana Mahmood, ministra do Interior, disse que todos no Labour devem apoiar o governo. Ela afirmou, em entrevista, que a unidade da bancada é necessária para avançar as propostas do governo. Burns e McMahon foram procurados para comentar.

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