- Carla Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão por suposto pagamento a hacker para invadir sistemas do CNJ.
- O ministro Alexandre de Moraes anulou a votação na Câmara que poderia manter o mandato da ex-deputada.
- Adilson Barroso, primeiro suplente do PL de São Paulo, afirmou que assumirá a vaga de Zambelli ainda nesta semana.
- Barroso disse que vai dar continuidade ao mandato e que Zambelli pode contar com ele; mensagens atribuídas a Barroso sobre cassação também foram divulgadas.
- Zambelli já teve o cargo ocupado pelo segundo suplente, Coronel Tadeu, durante período anterior; Barroso já estava em exercício substituindo Guilherme Derrite.
Adilson Barroso, primeiro suplente do PL em São Paulo, afirmou à Folha de S.Paulo nesta semana que Carla Zambelli teve uma consciência muito boa ao renunciar ao mandato. Barroso disse que assumirá a vaga ainda nesta semana e que dará continuidade ao trabalho da ex-deputada.
Zambelli foi condenada a 10 anos de prisão por supostamente pagar um hacker para invadir sistemas do CNJ. A Câmara votou pela manutenção do mandato, mas o ministro Alexandre de Moraes anulou a votação, afirmando que a saída do cargo seria automática. A decisão provocou a renúncia anunciada pela deputada.
Conforme o andamento do caso, Barroso chegou a ocupar temporariamente o cargo quando o presidente da Câmara autorizou a substituição. Em momentos anteriores, o posto já esteve com Coronel Tadeu, segundo suplente, durante licenças de Zambelli.
Contexto atual
Mensagens atribuídas a Barroso, veiculadas pelo portal Metrópoles, teriam sugerido cassação para viabilizar a posse ampla do suplente. O advogado de Zambelli observou críticas à conduta. Barroso reafirmou que a intenção é manter a agenda de desenvolvimento regional, com foco no mandato.
Coronel Tadeu lamentou a situação e ressaltou a ética no cumprimento das regras. Ele lembrou que Zambelli foi eleita com quase 957 mil votos e que a substituição deve respeitar o processo democrático, sem manobras para ultrapassar esse direito.
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