- Carla Zambelli comunicou à Câmara sua renúncia ao mandato, em nota publicada neste domingo (14).
- O presidente da Câmara, Hugo Motta, determinou a convocação do suplente Adilson Barroso para tomar posse.
- A renúncia ocorre dias após o STF, por meio do ministro Alexandre de Moraes, anular a votação que salvou o mandato da deputada.
- Zambelli continua presa na Itália, aguardando decisão sobre extradição; já foi condenada a 10 anos de prisão em regime fechado por invasão ao CNJ.
- Na votação da Câmara, eram necessários 257 votos para declarar a perda do cargo; faltaram 30 votos.
A deputada Carla Zambelli comunicou à Câmara dos Deputados que renuncia do seu mandato. A nota foi divulgada neste domingo, 14, em meio a decisões relacionadas ao seu afastamento. A parlamentar já havia sido alvo de disputas judiciais e políticas recentes.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, determinou a convocação do suplente Adilson Barroso para tomar posse. Barroso pertence ao PL-SP, partido de Zambelli, e deverá assumir o mandato em substituição à deputada.
A decisão ocorre dias após o ministro Alexandre de Moraes, do STF, anular a votação na Câmara que salvou o mandato de Zambelli. A votação precisava de 257 votos para afastá-la; 30 votos faltaram.
Zambelli está presa na Itália, onde aguarda decisão sobre extradição ao Brasil. Ela já havia sido condenada a 10 anos de prisão em regime fechado por tentativa de invasão ao sistema do CNJ.
Na Câmara, o substituto deve assumir o mandato, conforme o funcionamento previsto. A renúncia de Zambelli encerra a participação da deputada no exercício do mandato, mantendo o processo de transformação política em curso.
Contexto e desdobramentos
A decisão de renúncia ocorre em meio a tensões entre órgãos brasileiros e tribunais, com consequências sobre a composição da bancada do PL-SP no Congresso. A extradição pode influenciar futuros rumos institucionais.
Entre na conversa da comunidade