- Lula minimizou a crise com o Congresso, atribuindo as derrotas à falta de articulação da base governista durante evento da ApexBrasil, em Brasília.
- Citou como motivos de derrotas as críticas a Guilherme Derrite no PL Antifacção e a indicação de Jorge Messias ao STF.
- Disse que mantém gratidão ao Legislativo pelos projetos aprovados e reconheceu falhas na condução política dos seus líderes.
- Reiterou que não ficará chateado com a derrubada de vetos ao licenciamento ambiental, mas afirmou que a decisão prejudica produtores rurais e flexibiliza regras ambientais.
- Anunciou planos de ampliar relações comerciais e abrir 500 mercados internacionais entre 2023 e 2025, incluindo interesse em levar empresárias brasileiras à Coreia do Sul.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva minimizou a crise com o Congresso nesta segunda-feira (15), em evento da ApexBrasil, em Brasília. Ele atribuiu as derrotas a falhas de articulação da própria base, e ressaltou ter gratidão ao Legislativo pelos projetos aprovados nos últimos três anos. Também reconheceu falhas na condução política de seus líderes.
O chefe do Executivo citou divergências ideológicas como entraves e criticou a derrubada de vetos ao licenciamento ambiental, afirmando que a medida prejudica produtores rurais e flexibiliza regras ambientais. Lula disse não ter ficado chateado, mas avisou que empresários que exportam podem perder se não cumprirem regras climáticas.
Expansão de relações comerciais
Durante o ato, o presidente apontou planos de ampliar relações comerciais e abrir 500 mercados internacionais entre 2023 e 2025, sob coordenação do Ministério da Agricultura. Mencionou a ideia de levar empresárias brasileiras à Coreia do Sul, destacando oportunidades no mercado estético do país asiático.
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