- Ramagem permanece no exterior após condenação de 16 anos na ação que envolve Bolsonaro; deixou o Brasil e está nos Estados Unidos.
- STF ordenou a inclusão do nome do deputado no BNMP como foragido; a Polícia Federal investiga financiadores da viagem pela Guiana.
- Na Câmara, houve controvérsia sobre a cassação: Zambelli teve voto favorável à manutenção, enquanto Moraes anulou a decisão; cassação não passou pelas comissões.
- Sóstenes Cavalcante afirmou que Ramagem disse considerar renunciar no próximo ano, caso o pedido de asilo político tenha sucesso.
- Cavalcante pediu a Hugo Motta que não pautasse a cassação ainda nesta semana, citando desgaste e que não é o momento; PF acompanha a rota da fuga pela Guiana e possíveis envolvidos financiadores.
Ramagem foi condenado a 16 anos de prisão na mesma ação que envolveu Bolsonaro. Após a sentença, ele deixou o Brasil e está nos Estados Unidos. O STF determinou incluir seu nome no BNMP como foragido, e a PF investiga financiadores da viagem pela Guiana.
A Polícia Federal acompanha a rota da fuga pela fronteira com a Guiana, sem passar por pontos migratórios formais, segundo autoridades. A RJ não houve confirmação sobre o itinerário completo, mas há indicação de saída via Georgetown e em direção a Miami.
Avanços na Câmara e novos relatos
Sóstenes Cavalcante afirmou que Ramagem falou em renunciar no próximo ano, se obtiver sucesso no pedido de asilo político. Cavalcante também informou ter pedido a Hugo Motta para não pautar a cassação ainda nesta semana, citando desgaste.
A reportagem destaca que a cassação de Ramagem não trâmite pelas comissões, diferente do caso de Carla Zambelli, que teve votação favorável à manutenção do mandato. Moraes anulou a votação, mantendo a análise sobre perda de mandato.
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