- Harry Roberts, conhecido como assassino triplo, morreu aos 89 anos; falecimento ocorreu no hospital no fim de semana passado, segundo o The Sun.
- Ele viveu em acomodação assistida em Peterborough após a liberdade condicional em 2014, após cumprir 48 anos de prisão pelos homicídios.
- Os assassinatos ocorreram em doze de agosto de mil novecentos e sessenta e seis, em Shepherd’s Bush, oeste de Londres, quando Roberts abriu fogo durante uma abordagem de rotina, matando o detetive sergente Christopher Head, o investigador David Wombwell e o policial Geoffrey Fox.
- A violência chocou o país e desencadeou uma caçada de 96 dias, uma das mais extensas da história policial britânica; Roberts acabou sendo encontrado dormindo na rua, em Hertfordshire.
- O caso ajudou a moldar debates sobre sentenças, liberdade condicional e proteção de policiais; Roberts recebeu pena de prisão com mínimo de trinta anos e foi liberado em 2014, provocando críticas contínuas.
Harry Roberts, condenado por ter assassinado três policiais na década de 1960, morreu aos 89 anos. A notícia, publicada pelo The Sun, aponta que ele faleceu no hospital no último sábado, após uma doença de início súbito.
Roberts residia em uma moradia protegida em Peterborough desde a sua libertação sob condicional em 2014, após cumprir 48 anos de prisão. O caso ajudou a moldar o debate público sobre sentença, liberdade condicional e proteção de agentes do estado.
Contexto do caso
Os homicídios ocorreram em 12 de agosto de 1966, em Shepherd’s Bush, oeste de Londres. Oito oficiais pararam uma van com Roberts e seus cúmplices John Duddy e John Witney durante uma checagem de rotina. Roberts abriu fogo sem aviso, tirando a vida de Wombwell no local e atingindo Head pelas costas. Fox foi atingido pela linha de visão do carro semplaca.
A brutalidade gerou choques nacionais e desencadeou uma operação de busca de 96 dias, uma das maiores da história policial britânica. Roberts foi encontrado mais tarde dormindo ao relento em Hertfordshire. Todos foram condenados no Old Bailey; a pena de prisão perpétua tinha mínimo de 30 anos, já que a pena de morte havia sido abolida no ano anterior.
Repercussões e desfecho
Roberts tornou-se presença marcante no sistema prisional britânico, com recusas frequentes de liberdades condicional por conduta e vínculos. A libertação em 2014 gerou críticas entre autoridades de polícia, citadas por representantes sindicais. Duddy e Witney morreram anos antes, deixando o caso como referência em debates de punição e proteção a policiais.
A morte de Roberts reacende discussões históricas sobre sentenças, liberdade condicional e o tratamento a agentes do estado durante operações. As informações sobre o falecimento foram divulgadas com base em reportagem do The Sun.
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