- José Antonio Kast venceu o segundo turno da eleição presidencial no Chile com 58% dos votos, contra 42% de Jeannette Jara.
- Nesta segunda-feira, 15, Kast toma café da manhã com apoiadores em Buin, região próxima a Santiago.
- Depois, ele se reunirá com o presidente Gabriel Boric no Palácio de La Moneda, marcando o início da transição institucional.
- Kast defende medidas duras contra migrantes sem documentos, incluindo a deportação de cerca de 340 mil pessoas, visando reduzir a criminalidade.
- O candidato também sustenta a defesa da ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990).
O Chile escolheu José Antonio Kast para suceder Gabriel Boric, após vencer o segundo turno com 58% dos votos contra 42% de Jeannette Jara. A eleição definiu a transição presidencial que começa no fim do mandato de Boric.
Nesta segunda-feira, 15, Kast participa de um café da manhã com apoiadores em Buin, área rural à margem de Santiago, e, na sequência, terá encontro protocolar com Boric no Palácio de La Moneda, marcando o início formal da transição de poder.
Kast, advogado ultraconservador de 59 anos, foi eleito em uma corrida onde atingiu a maioria do eleitorado rural e do sul da capital. O político é católico praticante e vive em Buin; sua trajetória inclui três mandatos como deputado pela região vizinha de Paine.
O presidente eleito prometeu medidas rígidas sobre migração e anunciou intenções de enfrentar a criminalidade, além de defender a adoção de políticas de controle migratório mais restritivas. O tema migratório tem sido central em sua campanha.
A transição deve ocorrer com o ato protocolar no La Moneda, seguida de debates sobre o desenho do governo para o mandato de quatro anos. Kast assume o poder em 11 de março, entregando continuidade a uma linha política conservadora no cenário chileno.
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