- A coalizão Sumar, que tem cinco ministros, exige reunião urgente com o PSOE para esclarecer casos de corrupção e assédio sexual, considerados por Sumar como fatores que paralisam o Executivo.
- A líder de Sumar, Yolanda Díaz, havia pedido uma remodelação ministerial, mas o ministro de Transportes, Óscar Puente, rejeitou essa exigência.
- Puente afirmou que a remodelação não faz sentido pois não envolve o governo diretamente, sinalizando que uma crise de governo seria um “sacrifício” diante do altar.
- Díaz reconheceu que os casos de assédio no PSOE desafiam os membros do partido e complicam a atuação do governo.
- A oposição aponta que os casos de assédio denunciados no PSOE pegaram muitos homens do partido de surpresa.
A coalición Sumar, que integra o governo com cinco ministros, pediu uma reunião urgente com o PSOE para esclarecer casos de corrupção e assédio sexual. Em sua visão, essas denúncias mantêm o Executivo paralisado e comprometem a clareza de gestão.
A líder de Sumar, Yolanda Díaz, já havia solicitado uma remodelação ministerial. A cobrança vem após episódios que, segundo o bloco, desaforam o funcionamento do governo e deixam o presidente Pedro Sánchez em posição embaraçosa.
Posição de Puente sobre a remodelação
Óscar Puente, ministro dos Transportes, rejeitou a exigência de remodelação, dizendo que não faz sentido porque não envolve o governo diretamente. Ele classifica a crise como um sacrifício político diante do que chama de impasses.
Puente admitiu que casos de assédio sexual denunciados no PSOE deixaram muitos homens do partido desorientados. A entrevista pública enfatiza a distância entre ações internas do PSOE e a política de Sumar dentro do Executivo.
Entre na conversa da comunidade