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Lula afirma que a direita não retorna às eleições de 2026

Lula afirma não pensar em 2026, mas promete “surra” à direita; vetará a dosimetria e encomendou estudo sobre políticas sociais de adversários

São Paulo (SP), 19/12/2025 " Presidente Lula participa do natal das Catadoras e visita a Expo Catadores 2025, no Anhembi. (Foto: Paulo Pinto / Agência Brasil)
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  • O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou, em evento de Natal dos catadores no Anhembi, em São Paulo, que ainda não pensa nas eleições de 2026, mas promete dar uma surra à extrema direita se ela retornar.
  • Lula disse que vai vetar a lei da dosimetria e disse que, se derrubarem o veto, deve ser visto como aprendizado sobre respeitar as eleições.
  • O público presente reagiu com o canto “sem anistia”.
  • O presidente informou ter encomendado um estudo sobre as políticas sociais de possíveis oponentes, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e o governador do Paraná, Ratinho Júnior, para comparar resultados em saúde, educação, transporte e inclusão social.
  • As declarações reforçam divulgação recente de ministros sobre a pesquisa planejada para avaliar os programas sociais dos adversários.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta sexta-feira, que ainda não pensa nas eleições de 2026, mas prometeu enfrentar a chamada extrema direita caso haja retorno desse grupo ao governo. A declaração ocorreu durante o Natal dos catadores, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

Lula repetiu que pretende vetar a lei da dosimetria, argumentando que é necessário respeitar as eleições e evitar decisões que possam aprofundar disputas políticas. O mandatário garantiu que, se houver derrubada do veto, acompanhará a tramitação com atenção.

Durante o evento, o público reagiu com cânticos de sem anistia, sinalizando apoio a posição do governo. O presidente disse ainda que busca comparar seu governo com governadores de outros estados para medir resultados em áreas como saúde, educação, transporte e inclusão social.

O líder fez referência a estudos encomendados para avaliar políticas públicas promovidas por possíveis adversários nas próximas eleições, sem citar nomes específicos. O objetivo, segundo ele, é verificar quem tem mais avanços em áreas sociais.

Entre os nomes citados como referência para o estudo, estariam o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, o de Goiás, Ronaldo Caiado, o de Minas Gerais, Romeu Zema, e o do Paraná, Ratinho Júnior. A lista foi mencionada em reuniões ministeriais durante a semana.

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