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Sóstenes cobra investigação sobre contrato da mulher de Moraes com Master

Sóstenes Cavalcante cobra apuração da Polícia Federal sobre contrato de R$ 129 milhões entre o escritório da esposa do ministro Alexandre de Moraes e o Banco Master

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  • O deputado Sóstenes Cavalcante criticou a polícia por não investigar o contrato de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, com o Banco Master, no valor de R$ 129 milhões.
  • O acordo previa atuação do escritório da família em defesa do Banco Master em questões junto ao Banco Central, Receita Federal, Congresso, Poder Judiciário, Ministério Público e Legislativo.
  • A informação sobre a relação entre o escritório e o banco foi revelada pelo jornal O Globo na semana passada.
  • A operação da Polícia Federal, chamada Galho Fraco, apura desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares; além de Sóstenes, o deputado Carlos Jordy também é alvo.
  • Durante as buscas, a PF apreendeu cerca de R$ 400 mil em espécie na casa de Sóstenes, que afirmou que o dinheiro seria de venda de imóvel feito com recursos lícitos.

O deputado Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) cobra que a Polícia Federal investigue o contrato entre a esposa do ministro Alexandre de Moraes, Viviane Barci de Moraes, e o Banco Master, avaliado em 129 milhões de reais. O tema foi citado pelo parlamentar na defesa dele, após ser alvo de operação da PF.

Segundo apuração, o escritório da família Moraes assinou acordo para prestar defesa ao Banco Master em questões envolvendo o Banco Central, a Receita Federal, o Congresso Nacional, entre outras instâncias. O contrato também cobria atuação junto a órgãos do Poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo.

A revelação sobre a relação entre Viviane Barci de Moraes e o banco foi publicada pelo jornal O Globo na semana passada. O acordo envolve atuação em casos ligados a fiscalização financeira e a projetos de interesse do Master.

Operação Galho Fraco

A PF deflagrou hoje a operação Galho Fraco, que investiga desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares. Além de Sóstenes Cavalcante, o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) também é alvo das investigações.

As informações indicam que agentes políticos, servidores comissionados e particulares teriam atuado de forma coordenada para o desvio e ocultação de verba pública. Em coletiva, a PF informou que há indícios de desvios envolvendo diferentes componentes da máquina pública.

Durante as buscas, a PF apreendeu cerca de 400 mil reais em espécie na residência de Cavalcante. O deputado afirma que o dinheiro decorre de venda de um imóvel realizada com recursos lícitos, sem apresentar, no momento, comprovação adicional.

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