- Eduardo Bolsonaro foi cassado pela Câmara dos Deputados por exceder o limite de ausências; ele vive nos Estados Unidos desde março.
- Dados da Câmara indicam que faltou a oitenta por cento das sessões deste ano.
- Em entrevista ao SBT News, ele disse considerar pedir um passaporte de apátrida para permanecer nos EUA, alegando uma suposta ordem para as embaixadas não emitirem passaporte a ele.
- Afirmou que, mesmo sem o passaporte brasileiro, tem “outros meios” para viajar e que está vacinado.
Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, teve o mandato cassado pela Câmara dos Deputados por ultrapassar o limite de ausências. Ele está residindo nos Estados Unidos desde março, e dados da Casa indicam que faltou a 80% das sessões deliberativas deste ano.
A cassação ocorreu na última quinta-feira pela Mesa Diretora da Câmara. Segundo informações do portal da Câmara, a ausência persistente ao longo de 2024 foi o principal argumento para a perda do mandato.
Contexto da cassação e consequências
A decisão trata de violações ao regimento interno relacionadas ao comparecimento às sessões. Com a cassação, o mandato de Eduardo Bolsonaro, que já havia sido expedido pelo Congresso, ficou revogado, e ele deixou de ocupar o cargo de deputado federal.
O processo envolve ainda o status de mandato e eventuais repercussões legais e políticas para o clã Bolsonaro, que permanece ativo no cenário político brasileiro. Informações oficiais indicam que o432 documento que determina a cassação foi adotado pela Mesa Diretora em conformidade com o regimento.
Declaração sobre passaporte de apátrida
Em entrevista ao SBT News, Eduardo afirmou considerar a possibilidade de obter um passaporte de apátrida para permanecer nos EUA. O político alegou a existência de uma suposta ordem para que embaixadas brasileiras não emitam passaporte a ele, sem apresentar provas. Ele disse que, mesmo com a perda do passaporte brasileiro, possui outros meios para viajar e citou a hipótese de um passaporte de apátrida.
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