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Sistema de registro de incidentes de ódio não criminais da polícia é considerado inadequado

Autoridades propõem eliminar NCHIs e adotar lista de verificação de bom senso, registrando apenas anti-socialidade grave, sem entradas em bases criminais

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Por Revisado por: Time de Jornalismo Portal Tela
Police officers are reportedly going to treat hate speech incidents as intelligence reports under the new system
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  • Planos para eliminar as NCHIs (incidentes de ódio não crime) e substituí-las por uma lista de verificação de “bom senso”, registrando apenas a anti‑socialidade mais grave.
  • Oficiais deverão tratar incidentes de discurso de ódio como relatórios de inteligência, sem registrar em bases de dados de crime.
  • Haverá uma lista de verificação para intervenção, com foco apenas em casos de anti‑socialidade grave.
  • Lorde Herbert afirma que o sistema não é mais adequado e que há uma mudança de abordagem diante das redes sociais e smartphones.
  • Ministérios, incluindo a Home Office, devem aceitar as propostas, com o objetivo de priorizar o que é relevante para o público.

O debate sobre o registro de incidentes de ódio não-crime (NCHIs) ganha fôlego no Reino Unido. Relatórios apontam que chefes de polícia querem eliminar os NCHIs do registro policial tradicional e substituí-los por um sistema baseado em “bom senso” e em uma lista de verificação para intervenções. A ideia é concentrar o registro apenas nos casos de antissocialidade mais grave.

Segundo informações, a mudança não envolve registrar esses episódios em bases de dados de crime. Em vez disso, os casos seriam tratados como relatos de inteligência, com uma intervenção mais restrita apenas quando houver conduta seriamente antisocial. A proposta já recebe apoio de setores do governo, incluindo a Home Office.

Contexto e histórico

A prática de registrar NCHIs começou após o relatório Macpherson de 1999, que orientou a criação de um sistema abrangente de registro de incidentes raciais. O objetivo era monitorar comportamentos com potencial de evoluir para crime. Hoje, surgem críticas sobre a utilidade desse registro diante da ascensão das redes sociais e dos smartphones.

Repercussões e próximos passos

O Telegraph cita Lord Herbert, ex-ministro de policiamento, afirmando que não haverá registro desses episódios em bancos de dados criminais, apenas em relatórios de inteligência. Há também a expectativa de alinhamento entre Ministérios e a Home Office com essas ideias, que devem ser apresentadas à autoridade reguladora do setor.

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