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Bolsonaro passa Natal e Ano Novo com a família, com aval de Moraes

Com autorização de Alexandre de Moraes, Bolsonaro fará cirurgia eletiva e pode passar o Natal e o Ano Novo com a família, durante a recuperação no hospital

Jair, Michelle, Carlos e Jair Renan em ato na avenida Paulista pela anistia aos golpistas
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  • Jair Bolsonaro poderá passar o Natal e o Ano Novo com a família, com autorização de Alexandre de Moraes, durante a internação.
  • O ex-presidente fará cirurgia eletiva de hérnia inguinal bilateral no hospital DF Star; a recuperação pode levar mais de sete dias.
  • Acompanhante autorizado é Michelle Bolsonaro; agora também poderão visitar os filhos Flávio, Carlos, Jair Renan e Laura; Eduardo não poderá.
  • A saída é por motivos médicos e não significa voltar para casa; a operação está marcada para amanhã.
  • Congresso aprovou lei para restringir saídas temporárias, mas não retroage; Bolsonaro não se enquadra nos critérios da regra antiga.

Jair Bolsonaro deverá passar o Natal e o Ano Novo com a família, com autorização de Alexandre de Moraes para a internação. A cirurgia de hérnia inguinal bilateral, marcada para amanhã, não é de emergência, e será realizada no hospital DF Star, em Brasília, segundo o relatório médico.

O ex-presidente enfrenta problemas de saúde crônicos desde a facada de 2018. A cirurgia foi definida como eletiva, ou seja, de agenda previamente estipulada, com recuperação prevista em mais de sete dias, caso o período no hospital exenda as festas de fim de ano.

A autorização de Moraes também autorizou a presença de familiares na internação. Além da diretora do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, foram liberados os filhos Flávio, Carlos e Jair Renan, além de Laura. Eduardo permanece no exterior, nos Estados Unidos, por motivos de visto político.

Contexto legal sobre saídas temporárias

No ano passado, o Congresso aprovou lei que restringe saídas temporárias de detentos em datas festivas. A nova regra autoriza apenas saídas para cursos e atividades educacionais, para detentos de baixa periculosidade. A legislação não retroage para casos já em curso.

Mesmo sob a nova norma, a situação de Bolsonaro não se enquadra em benefício de saídas temporárias, dado o regime de cumprimento de pena e antecedentes apontados pela avaliação judicial. A defesa do ex-presidente não informou mudanças nesse quadro.

Desejos de pronta recuperação acompanham a cobertura, sem comentários pessoais, mantendo o foco em informações oficiais sobre o procedimento, o local e as pessoas envolvidas.

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