- Moraes decreta prisão preventiva de Silvinei Vasques após detenção no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, no Paraguai.
- Vasques é ex-presidente da Polícia Rodoviária Federal e foi detido na sexta-feira (16).
- Ele foi condenado a 24 anos e seis meses de prisão na ação penal nº 2.693 (núcleo 2), acusado de ordenar operações no Nordeste para impedir a votação de Lula em 2022.
- O ex-diretor-geral era secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação de São José (SC) e pediu exoneração após a prisão; a prefeitura agradeceu pela contribuição.
- A decisão de prisão foi tomada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes decretou a prisão preventiva de Silvinei Vasques, ex-presidente da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A determinação foi publicada após Vasques ser detido no Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi, no Paraguai.
Moraes autorizou a prisão no âmbito da ação penal nº 2.693 (núcleo 2). Vasques é acusado de ordenar operações no Nordeste com o objetivo de impedir a votação do ex-presidente Lula em 2022.
O ex-diretor-geral da PRF foi detido antes de retornar ao Brasil. Em seguida, foi encaminhado para cumprimento de medidas cautelares sob a custódia das autoridades paraguaias.
Antes da prisão, Vasques ocupava o cargo de secretário de Desenvolvimento Econômico e Inovação em São José, Santa Catarina. Ele pediu exoneração do cargo após a prisão ser anunciada pela Justiça brasileira.
A prefeitura de São José divulgou nota agradecendo a contribuição prestada por Vasques durante o período em que atuou no governo municipal. As autoridades brasileiras ainda não se pronunciaram sobre o andamento do caso.
Entre na conversa da comunidade