- Bolsonaro recebeu alta hospitalar nesta quinta-feira (1º) e retorna à sede da Polícia Federal em Brasília, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe.
- Ele estava internado desde o dia 24 de dezembro para uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral, realizada no dia seguinte sem intercorrências.
- Foi a primeira saída da unidade prisional desde a prisão preventiva, ocorrida há 32 dias, quando ele começou a cumprir a pena.
- Durante a internação, a equipe médica realizou procedimentos para conter soluços, incluindo bloqueios do nervo frênico do lado esquerdo (27) e direito (29), e uma cirurgia de reforço no dia 30, conforme relato da ex-primeira-dama.
- Em 31 de dezembro houve endoscopia que comprovou persistência de esofagite e gastrite; a defesa pediu prisão domiciliar, pedido que foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes nesta quinta-feira.
Jair Bolsonaro recebeu alta hospitalar nesta quinta-feira (1º) e voltou a cumprir pena na sede da Polícia Federal em Brasília. O ex-presidente estava internado desde o dia 24 de dezembro para realizar uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral. A cirurgia ocorreu no dia seguinte, sem intercorrências.
Bolsonaro permanece sob custódia da PF, onde cumpre pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe. A alta significa retorno ao regime de prisão na unidade de segurança máxima da PF em Brasília.
A defesa havia pedido prisão domiciliar para Bolsonaro, alegando necessidades médicas. O pedido foi negado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, na quinta-feira (1º). A decisão mantém o regime atual de cumprimento da pena.
Condições de saúde e procedimentos realizados
A equipe médica avaliou a necessidade de novos procedimentos para estabilizar o quadro de soluços causado durante o período de internação. Foram realizados bloqueios nervosos em dias anteriores: frênico esquerdo (sábado) e direito (segunda). Nesta terça, houve cirurgia de reforço conforme informações da defesa.
A última avaliação, na quarta-feira (31), incluiu uma endoscopia para investigar esofagite e gastrite persistentes. O quadro clínico, segundo fontes médicas, motivou a continuidade do acompanhamento durante a internação.
Entre na conversa da comunidade