- O ministro Alexandre de Moraes negou novamente o pedido de prisão domiciliar de Jair Bolsonaro nesta quinta-feira (1º).
- Carlos Bolsonaro (PL-RJ) criticou a decisão nas redes sociais, citando condições de saúde apresentadas pela defesa e repetindo a expressão “missão dada, missão cumprida”.
- Moraes afirmou que não houve fatos supervenientes que justificassem a mudança do indeferimento anterior da prisão domiciliar humanitária.
- O ministro destacou que não houve piora da saúde de Bolsonaro; houve, ao contrário, melhora dos quadros após cirurgias eletivas.
- Bolsonaro continuará preso na Superintendência da Polícia Federal, em Brasília, após alta hospitalar, internado desde 24 de dezembro.
O ministro Alexandre de Moraes manteve a negativa de prisão domiciliar a Jair Bolsonaro. A decisão foi publicada nesta quinta-feira e sustenta que não houve fatos supervenientes que justifiquem a mudança de posição.
A defesa de Bolsonaro havia apresentado questões de saúde para justificar a domiciliar. Moraes afirmou que não houve agravamento do quadro clínico nem novos elementos que alterassem o parecer anterior.
Bolsonaro permanece preso na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, após internação ocorrida no dia 24 de dezembro. O ausente não alterou o status de cumprimento da pena, segundo a avaliação do ministro.
Manutenção da decisão e próximos passos
A defesa pode recorrer, mas, até o momento, não houve flexibilização do regime prisional. A Secretaria de Segurança deve seguir com as medidas de custódia na PF. Fatos adicionais sobre a saúde do ex-presidente podem influenciar novas avaliações.
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