- A defesa de Jair Bolsonaro pediu uma solução para reduzir o barulho do ar-condicionado na cela da Polícia Federal.
- A PF informou ao ministro Alexandre de Moraes que não há alternativa em curto prazo para resolver a reclamação.
- O delegado Maurício Rocha da Silva explicou que a Sala de Estado-Maior fica ao lado de áreas técnicas do sistema de climatização, sem uma solução física compatível com a segurança institucional.
- O funcionamento do sistema de climatização é diário: as máquinas são ligadas às 7h30 e desligadas às 19h.
- A PF afirmou que intervenções mais profundas exigiriam infraestrutura complexa e a paralisação total do sistema por tempo prolongado, prejudicando atividades da sede.
Após a defesa de Jair Bolsonaro reclamada do barulho do ar-condicionado na cela da Superintendência da Polícia Federal, a autoridade policial informou que não há solução de curto prazo para reduzir o ruído. A afirmação foi dirigida ao ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Segundo Maurício Rocha da Silva, delegado da PF, a Sala de Estado-Maior fica ao lado de áreas técnicas do sistema de climatização, e não existe uma alternativa física que atenda às exigências de segurança institucional. Não há espaço disponível para realocar o ex-presidente sem prejuízos à segurança.
O sistema de climatização funciona diariamente com as máquinas ligadas das 7h30 às 19h. A PF afirmou que não é viável eliminar o barulho com medidas simples ou pontuais, nem deslocar Bolsonaro para outro local.
A PF informou ainda a Moraes que qualquer intervenção exigiria mudanças de infraestrutura e, possivelmente, a paralisação total do sistema por um período prolongado, o que prejudicaria as atividades da Superintendência Regional.
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