- O Senado pagou quase R$ 14 mil em passagens aéreas para o senador Flávio Bolsonaro viajar de Brasília a São Paulo em dezembro, para evento ligado à pré-campanha.
- As passagens foram para ele e para o assessor Fernando Nascimento Pessoa, solicitadas pela cota parlamentar, com retorno anterior marcado para as 19h10 e depois alterado para 15h para Flávio e 12h15 para o assessor.
- Flávio disse que houve um “equívoco” na solicitação de ressarcimento, que já foi corrigido e o Senado será reembolsado.
- Em São Paulo, o pré-candidato participou de um almoço promovido por Felipe Sabará, na sede do Banco UBS, com presença de Marcello Chilov, CEO do Credit Suisse no Brasil.
- Na sequência, realizou agenda com grandes empresários, entre eles Flavio Rocha (Riachuelo) e Alexandre Ostrowiecki (Multilaser).
O Senado pagou quase 14 mil reais em passagens aéreas para o senador Flávio Bolsonaro viajar de Brasília a São Paulo em dezembro. A viagem ocorreu durante o período de uma agenda associada à pré-campanha presidencial do parlamentar. O custo foi listado como cota parlamentar.
Flávio Bolsonaro viajou com um assessor, Fernando Nascimento Pessoa, e pediu o ressarcimento de 13,6 mil reais. As passagens iniciais cobriam ida de Brasília a Congonhas e retorno no mesmo dia, em horários da tarde. Posteriormente, novas passagens foram emitidas com horários diferentes para os dois.
Na capital paulista, o senador participou de um almoço promovido por Felipe Sabará, ex-secretário de Desenvolvimento Social de São Paulo. O encontro ocorreu na sede do Banco UBS e contou com a participação de um dirigente do Credit Suisse Brasil, Marcello Chilov.
A agenda em São Paulo incluiu encontros com empresários de peso, entre eles Flavio Rocha, da Riachuelo, e Alexandre Ostrowiecki, do grupo Multilaser. A realização dos eventos ocorreu conforme a organização de encontros voltados a investidores e oportunidades de atuação no mercado.
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