- A Polícia Federal informou ao Supremo Tribunal Federal que vai investigar supostas menções a Fábio Luís Lula da Silva, o “Lulinha”, em materiais da apuração sobre o esquema de descontos ilegais no INSS.
- No programa Última Análise, afirmou-se que Lulinha recebeu uma mesada de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”.
- No fim do ano passado, a oposição tentou convocar Lulinha na CPMI do INSS, mas a proposta foi rejeitada por governistas.
- A deputada Adriana Ventura disse que há envolvimento de Lulinha na fraude do INSS, porém reconhece que a convocação na CPMI é improvável.
- Nos Estados Unidos, o secretario de Estado, Marco Rubio, anunciou um plano de três fases para a Venezuela, começando pela estabilização após a captura de Nicolás Maduro; analistas veem impactos para o Brasil.
No programa Última Análise desta quarta-feira, foram discutidas investigações da Polícia Federal que apontam que Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, recebia uma mesada de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. A PF informou ao STF que vai apurar supostas menções a ele em materiais coletados na investigação de um esquema de descontos ilegais.
Segundo o debate, o caso é visto por especialistas como de grande dimensão, com críticas à cobertura midiática. A discussão ressaltou que o tema pode ter sido tratado de forma pouco destacada pela imprensa, apesar de seu potencial impacto político e social.
Após as denúncias, surgiu a hipótese de Lulinha ser convocado pela CPMI do INSS. Em 2025, a oposição tentou viabilizar a convocação, mas o requerimento foi rejeitado por votos governistas, segundo informações discutidas no programa.
A deputada Adriana Ventura, convidada, afirma que há evidências de envolvimento de Lulinha no esquema, incluindo ligação com Careca do INSS e recebimento de mesada. Ela, contudo, disse que a convocação na comissão permanece improvável.
O plano dos EUA para a Venezuela
O secretário de Estado americano, Marco Rubio, anunciou um plano de três fases para a Venezuela, apresentado no Capitólio. O objetivo inicial é estabilizar o país sul-americano após a captura do ditador Nicolás Maduro, com o apoio de autoridades de defesa.
Analistas ouvidos no programa avaliam que a estratégia busca criar condições para a reconstrução institucional na Venezuela, considerando o quadro econômico e social atual. A iniciativa é interpretada por alguns como um recado para o Brasil, que pode acompanhar o desenvolvimento regional.
Outros especialistas veem a medida como um conjunto de ações para oferecer suporte aos governos da região, destacando a importância de coordenação entre países para a transição política e social na Venezuela.
O programa Última Análise é exibido ao vivo pela Gazeta do Povo, das 19h às 20h30, de segunda a sexta. A proposta é debater temas desafiadores com abordagem racional e factual.
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