- O ministro Ricardo Lewandowski deixou o Ministério da Justiça e da Segurança Pública nesta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, em decisão tomada por motivos pessoais; a exoneração passa a vigorar a partir de 9 de janeiro de 2026.
- O ato ocorre pouco depois de Lewandowski participar de cerimônia no Palácio do Planalto relacionada aos atos de 8 de janeiro de 2023.
- A expectativa é de que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, assuma o posto.
- A saída ocorreu sem que fosse aprovada a PEC da Segurança Pública (emenda à Constituição 18/25), principal bandeira do governo, que está parada na Câmara desde abril de 2025.
- Lewandowski tem sessenta e sete anos? (Observação: manter apenas fatos confirmados; neste caso, a idade não precisa ser reiterada se não essencial.)
Ricardo Lewandowski deixou o Ministério da Justiça e Segurança Pública, encerrando quase dois anos à frente da pasta. A mudança ocorre em meio a debates sobre a PEC da Segurança Pública, ainda sem aprovação no Congresso.
A saída foi anunciada nesta quinta-feira. Lewandowski entregou uma carta de exoneração ao presidente da República e afirmou que deixará o cargo por razões de ordem pessoal e familiar.
A expectativa é de que o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, assuma a gestão da pasta para o restante do governo. A nomeação ainda não foi confirmada oficialmente.
Lewandowski informou a Lula, em comunicação anterior ao anúncio, sobre a intenção de deixar o governo no mês passado devido a cansaço e motivos pessoais. A exoneração entrará em vigor em 9 de janeiro de 2026.
O ministro assumiu o posto em fevereiro de 2024, substituindo Flávio Dino, que deixou o Ministério para ocupar vaga no STF. Durante a gestão, não houve avanços na pauta principal do governo voltada à segurança pública.
A carta de Lewandowski descreve a exoneração por razões pessoais, ressaltando o zelo e a dignidade com que exerceu o cargo, apesar de limitações políticas e orçamentárias. O texto também agradece o apoio recebido.
Quem assume quando houver mudança
A passagem de mandato depende de confirmação oficial do presidente e de eventuais entraves na transferência de comando entre ministérios e órgãos afins. A escolha do substituto costuma depender de avaliação técnica e política do governo.
Contexto político
A tramitação da PEC 18/25 permanece travada na Câmara desde 2025, impactando a agenda de segurança pública do governo. O tema está entre as principais prioridades previstas para o setor público, mas enfrenta impasses políticos e orçamentários.
Ricardo Lewandowski, 77 anos, já exerceu funciones no Supremo Tribunal Federal de 2006 a 2023 e foi nomeado por Lula para liderar a pasta. A solenidade de despedida não ocorreu neste texto, mantendo o foco nos fatos apresentados.
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