- Brasil institui o Dia Nacional de Luto pelo Feminicídio, a ser celebrado anualmente em 17 de outubro.
- Lei nº 14.385, de 9 de janeiro de 2026, foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União.
- A iniciativa é de autoria da deputada federal Leila Barros (PDT-DF).
- O objetivo é conscientizar sobre a gravidade do feminicídio, homenagear as vítimas e promover ações de prevenção à violência contra a mulher.
- Dados de 2020 apontam 1.310 feminicídios no Brasil, com média de 3,6 casos por dia, fruto de atuação de diversas organizações e entidades.
O Brasil instituiu o Dia Nacional de Luto pelo Feminicídio, a ser celebrado anualmente em 17 de outubro. A data tem objetivo de ampliar a visibilidade das vítimas e reforçar políticas de prevenção à violência contra a mulher.
A lei que cria a data foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira, 9 de janeiro de 2026. A autoria é da deputada Leila Barros (PDT-DF).
Segundo o texto legal, o dia busca conscientizar a sociedade sobre a gravidade do feminicídio e a necessidade de combate à violência de gênero. Também visa homenagear as vítimas e promover ações de prevenção.
O feminicídio é definido como o assassinato de mulheres por motivos de gênero, associando-se frequentemente a violência doméstica e discriminação. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam 1.310 casos em 2020, média diária de 3,6.
Contexto e perspetivas
A criação do dia decorre de mobilização de várias entidades, incluindo organizações femininas, movimentos sociais e órgãos governamentais. A data pretende sensibilizar a sociedade e estimular ações de enfrentamento.
A Lei nº 14.385, de 9 de janeiro de 2026, sancionada pelo presidente Lula, oficializa o memorial anual. A escolha do dia 17 de outubro coincide com o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, conforme a ONU.
A iniciativa busca ampliar políticas públicas de proteção às mulheres e fortalecer a luta por direitos. A data funciona como marco de memória e de ações práticas de prevenção e suporte às vítimas.
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