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Dino vota contra a execução de emendas de Eduardo e Ramagem

STF mantém rejeição às emendas de Eduardo Bolsonaro e Ramagem; Dino sustenta que parlamentares com sede no exterior deformam o processo orçamentário

O ministro do STF Flávio Dino. (Foto: EFE/ Andre Borges)
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  • O ministro Flávio Dino, do STF, votou pela rejeição das emendas indicadas por Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem ao Executivo Federal.
  • O tribunal já soma três votos favoráveis à desconsideração das indicações, com o plenário virtual funcionando até o dia 6 de fevereiro.
  • A ação, movida pelo PSOL, sustenta que as emendas somariam cerca de R$ 80 milhões.
  • Dino já havia votado pela desconsideração em 4 de dezembro; Moraes e Carmen Lúcia acompanharam o mesmo entendimento.
  • O ministro afirmou que parlamentares com sede no exterior para fugir de decisões do STF não exercem legitimamente o mandato, caracterizando como deformação do devido processo orçamentário; os mandatos de Eduardo e Ramagem foram cassados em dezembro, e ainda faltam votos de outros ministros.

O ministro Flávio Dino, do STF, votou pela rejeição das emendas apresentadas pelos deputados Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem ao Executivo Federal. A decisão é monocrática e já acumula três votos a favor da desconsideração das indicações, conforme o processo avança no plenário virtual.

O caso tramita no STF até o dia 6 de fevereiro, em julgamento por meio virtual. O PSOL moveu a ação, que aponta que as emendas somavam cerca de 80 milhões de reais. Dino já havia votado pela desconsideração em 4 de dezembro, com apoio de Moraes e de Carmen Lúcia.

Dino qualificou como abusiva a continuidade de parlamentares ausentes do país para evitar decisões do STF. O ministro afirmou que a apresentação de emendas por quem está fora do território nacional é uma deformação do orçamento público.

Eduardo Bolsonaro e Ramagem tiveram os mandatos cassados em dezembro pela Mesa Diretora da Câmara. Eles dizem estar em exílio nos EUA e se definem como perseguidos políticos. Os votos restantes são de Fux, Nunes Marques, Gilmar Mendes, Cristiano Zanin, Mendonça, Fachin e Toffoli.

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