Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Bastidores do recuo do TCU sobre o BC: constrangimento e arquivo

TCU negocia saída honrosa para preservar a autonomia do BC; ministro Jhonatan de Jesus rejeita ataques, com decisão prevista para fevereiro

Jhonatan de Jesus, ministro do TCU
0:00
Carregando...
0:00
  • O presidente do TCU, Vital do Rêgo Filho, reuniu-se com o chefe do Banco Central, Gabriel Galípolo, em sessão ampliada com auditores.
  • Vital disse que é preciso preservar a autonomia do BC, mas buscar uma saída honrosa para o TCU diante do desgaste causado pelo escrutínio sobre o senador Jhonatan de Jesus.
  • Jhonatan de Jesus reclamou de ataques pessoais e afirmou ter formação em administração, além de medicina.
  • O Banco Central afirmou que não se considera inauditável e que a equipe AudiBancos apresentará relatórios ao TCU sobre as fraudes que levaram à intervenção no Banco Master, mantendo sigilos.
  • A expectativa é encerrar o caso em fevereiro, com decisão majoritária para afastar questionamentos ao trabalho do BC; a assessoria de Jhonatan destacou tom institucional do encontro.

O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Vital do Rêgo Filho, reuniu-se a portas fechadas com o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, antes de ampliar uma reunião com auditores do tribunal. O objetivo era conversar sobre a autonomia do BC e buscar uma saída honrosa para o TCU diante de críticas durante a atuação da corte.

Vital afirmou, em resumo, que é preciso preservar a autonomia do BC, mas também oferecer uma saída para o TCU diante do desgaste provocado por ataques recentes a um de seus ministros. Quem relatou o encontro revelou que a ideia é encerrar o tema rapidamente, sem abrir espaço para novas contestações.

Na sequência, a reunião foi ampliada para incluir o ministro Jhonatan de Jesus, alvo das críticas dentro do TCU. Ele deixou claro o desconforto com ataques pessoais que, segundo ele, afetam sua atuação na corte. Jhonatan também afirmou ter formação em administração, contestando a defesa de que seria formada apenas em medicina.

Avanço do protocolo e próximos passos

O BC informou que não se considera inauditável e que está aberto a cooperação com a equipe do AudiBancos, desde que não haja violação de sigilos. Vital propôs a definição de um procedimento para formalizar o encaminhamento dos fatos.

Segundo o roteiro atual, o BC deverá enviar relatórios ao corpo técnico do TCU, que analisará as evidências de fraudes que levaram à intervenção e à liquidação do Banco Master. A ideia é que a avaliação valide o trabalho do BC e propicie aperfeiçoamentos na fiscalização de instituições financeiras.

O TCU planeja encerrar o tema ainda em fevereiro, com decisão majoritária, possivelmente unânime, para sepultar qualquer questionamento em relação ao BC. A assessoria de Jhonatan ressaltou que a reunião ocorreu em tom cooperativo e com alinhamento sobre competências e sigilos, mantendo o devido processo legal.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais