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PF afirma que crime não está apenas na favela; foco é no andar de cima

PF mira o andar de cima; bloqueios somam quase R$ 10 bilhões em 2025, reforçados pela cooperação com Receita, Ministério Público e polícias

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  • A PF afirma que o combate ao crime vai além das favelas, mirando o chamado “andar de cima” — articuladores e financiadores dos grandes esquemas.
  • O foco envolve empresários, agentes públicos e políticos envolvidos em corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras.
  • A atuação é baseada na autonomia da Polícia Federal e na cooperação com Receita Federal, Ministério Público e polícias estaduais, sem perspectiva partidária.
  • Em 2024, foram apreendidos R$ 6,5 bilhões em dinheiro, veículos, imóveis, aeronaves e embarcações; em 2025, os valores apreendidos devem somar mais à União.
  • O Caso Master é apontado como uma das maiores investigações de fraude bancária da PF, pela dimensão do dinheiro, das pessoas e do nível de investigados.

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que o combate ao crime organizado vai além das favelas e atinge o chamado “andar de cima”. O foco é desmantelar articuladores e financiadores dos esquemas criminosos.

Segundo Rodrigues, a PF amplia o alvo para empresários, agentes públicos e políticos envolvidos em corrupção, lavagem de dinheiro e fraudes financeiras. A cooperação com Receita, Ministério Público e polícias estaduais é destacada.

O diretor enfatizou a autonomia da PF para atuar sem visão partidária, ressaltando investimentos da operação em diferentes setores do poder. A atuação é vista como essencial para desvendar estruturas criminosas.

Em 2024, a PF afirma ter apreendido cerca de R$ 6,5 bilhões em dinheiro, veículos, imóveis e outros ativos, no combate ao crime organizado. Em 2025, a estimativa aponta para valores próximos de R$ 10 bilhões.

A equipe de Andrei Rodrigues comenta que, em grande parte, o enfrentamento depende de cooperação internacional e do trabalho de lideranças presas, fortalecendo o arcabouço para combater a violência econômica do crime.

O que eles chamam de “descapitalização” do crime envolve ações para quebrar a capacidade financeira das organizações, incluindo investigações de fraude e lavagem de dinheiro, com foco em grandes redes.

O diretor cita o Caso Master como uma das maiores investigações da PF, pela magnitude do dinheiro envolvido, pela quantidade de investigados e pelo nível dos envolvidos, incluindo operações de fraude bancária.

O UOL News ressalta que a entrevista ocorreu durante a cobertura do Canal UOL, com edições diárias e materiais disponíveis para diferentes plataformas de transmissão, mantendo o público informado sobre avanços.

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